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Ministros brasileiros visitam Japão para consultas sobre TV digital


Da AFP

11/04/2006 | 09:52


Uma delegação ministerial brasileira visita o Japão, onde permanecerá até quinta-feira, para estudar, em consulta com o governo e empresas privadas, o padrão nipônico de televisão digital, antes de decidir o sistema que será adotado pelo país.

A delegação inclui o chanceler Celso Amorim, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, e o ministro das Comunicações, Hélio Costa, informaram o ministério japonês das Relações Exteriores e a embaixada brasileira em Tóquio.

As autoridades brasileiras devem se reunir com os ministros japoneses das Relações Exteriores, Taro Aso, da Economia, Comércio e Indústria, Toshihiro Nikai, além do titular da pasta de Assuntos Internos e Comunicações, Heizo Takenaka. Também terão encontros com diretores da rede de televisão pública NHK e de grandes empresas do setor eletrônico japonês, como Sony, Toshiba e Matsushita (marca Panasonic).

Europa, Estados Unidos e Japão disputam o milionário mercado da televisão digital no Brasil, que tem um potencial de negócios avaliado em mais de oito bilhões de dólares.

O governo brasileiro deve optar entre o padrão europeu (DVBT), o americano (ATSC) e o japonês (ISDB) para decidir qual será o sistema de televisão digital no país de 180 milhões de habitantes, onde em 2005 foram vendidos 10 milhões de aparelhos de televisão, quantidade similar a do Japão.

Há alguns dias, o comissário europeu do Comércio, o britânico Peter Mandelson, pediu ao Brasil que escolha o padrão de televisão do Velho Continente.

O ministério das Comunicações do Japão intensificou os esforços para promover o sistema ISDB fora do país, o que permitiria uma considerável economia às empresas eletrônicas nipônicas com a possibilidade de exportação dos mesmos produtos destinados ao mercado interno, sem a necessidade de adaptação prévia a outras normas técnicas.

A imprensa brasileira divulgou há algumas semanas que o ministro das Comunicações, Hélio Costa, havia optado pelo padrão japonês, mas a notícia foi desmentida pelo governo.



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Ministros brasileiros visitam Japão para consultas sobre TV digital

Da AFP

11/04/2006 | 09:52


Uma delegação ministerial brasileira visita o Japão, onde permanecerá até quinta-feira, para estudar, em consulta com o governo e empresas privadas, o padrão nipônico de televisão digital, antes de decidir o sistema que será adotado pelo país.

A delegação inclui o chanceler Celso Amorim, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, e o ministro das Comunicações, Hélio Costa, informaram o ministério japonês das Relações Exteriores e a embaixada brasileira em Tóquio.

As autoridades brasileiras devem se reunir com os ministros japoneses das Relações Exteriores, Taro Aso, da Economia, Comércio e Indústria, Toshihiro Nikai, além do titular da pasta de Assuntos Internos e Comunicações, Heizo Takenaka. Também terão encontros com diretores da rede de televisão pública NHK e de grandes empresas do setor eletrônico japonês, como Sony, Toshiba e Matsushita (marca Panasonic).

Europa, Estados Unidos e Japão disputam o milionário mercado da televisão digital no Brasil, que tem um potencial de negócios avaliado em mais de oito bilhões de dólares.

O governo brasileiro deve optar entre o padrão europeu (DVBT), o americano (ATSC) e o japonês (ISDB) para decidir qual será o sistema de televisão digital no país de 180 milhões de habitantes, onde em 2005 foram vendidos 10 milhões de aparelhos de televisão, quantidade similar a do Japão.

Há alguns dias, o comissário europeu do Comércio, o britânico Peter Mandelson, pediu ao Brasil que escolha o padrão de televisão do Velho Continente.

O ministério das Comunicações do Japão intensificou os esforços para promover o sistema ISDB fora do país, o que permitiria uma considerável economia às empresas eletrônicas nipônicas com a possibilidade de exportação dos mesmos produtos destinados ao mercado interno, sem a necessidade de adaptação prévia a outras normas técnicas.

A imprensa brasileira divulgou há algumas semanas que o ministro das Comunicações, Hélio Costa, havia optado pelo padrão japonês, mas a notícia foi desmentida pelo governo.

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