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Como melhorar nossa competitividade global


Anderson Campos
Professor de Administração da Metodista

07/11/2015 | 07:10


Recentemente, o Fórum Econômico Mundial divulgou o Relatório de Competitividade Global 2014-2105. Competitividade é definida neste relatório como um conjunto de instituições, políticas e fatores que determinam o nível de produtividade de um país. Em outras palavras, são as condições presentes em cada nação que favorecem o potencial de crescimento econômico e de geração de renda. Vale lembrar, porém, que em uma economia globalizada os avanços são maiores para aqueles que melhoram não em relação a si próprios, mas a seus pares.

O ranking de competitividade mostra as posições dos países no índice. Percebemos que nações desenvolvidas dominam os primeiros postos, enquanto o Brasil ocupa o 57º lugar. Quando olhamos os países que compõem os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), verificamos que estamos apenas à frente da Índia. E dentre os países da América Latina selecionados, o Chile se destaca positivamente.

O índice de competitividade é composto de 12 indicadores (pilares) agrupados em três subcategorias: requisitos básicos, impulsionadores de eficiência e inovação e sofisticação. Podemos melhorar bastante na questão dos requisitos básicos, que evidenciam as dificuldades de fazer negócio no Brasil, a deficiência na infraestrutura e questões sociais (como Saúde e Educação). Todas são questões de conhecimento geral, mas para as quais falhamos no diagnóstico, ou no planejamento ou na implementação da solução. Em infraestrutura, estamos em 76º lugar. No quesito impulsionadores de eficiência, a eficácia do mercado de produtos está em 123º, enquanto dos mercado de trabalho, em 109º. Quando o assunto é inovação, ocupamos a 62ª posição.

Podemos aproveitar mais essa oportunidade para refletir sobre o futuro que queremos, pois essas questões afetam o bem-estar de todos os brasileiros direta ou indiretamente. 



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Como melhorar nossa competitividade global

Anderson Campos
Professor de Administração da Metodista

07/11/2015 | 07:10


Recentemente, o Fórum Econômico Mundial divulgou o Relatório de Competitividade Global 2014-2105. Competitividade é definida neste relatório como um conjunto de instituições, políticas e fatores que determinam o nível de produtividade de um país. Em outras palavras, são as condições presentes em cada nação que favorecem o potencial de crescimento econômico e de geração de renda. Vale lembrar, porém, que em uma economia globalizada os avanços são maiores para aqueles que melhoram não em relação a si próprios, mas a seus pares.

O ranking de competitividade mostra as posições dos países no índice. Percebemos que nações desenvolvidas dominam os primeiros postos, enquanto o Brasil ocupa o 57º lugar. Quando olhamos os países que compõem os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), verificamos que estamos apenas à frente da Índia. E dentre os países da América Latina selecionados, o Chile se destaca positivamente.

O índice de competitividade é composto de 12 indicadores (pilares) agrupados em três subcategorias: requisitos básicos, impulsionadores de eficiência e inovação e sofisticação. Podemos melhorar bastante na questão dos requisitos básicos, que evidenciam as dificuldades de fazer negócio no Brasil, a deficiência na infraestrutura e questões sociais (como Saúde e Educação). Todas são questões de conhecimento geral, mas para as quais falhamos no diagnóstico, ou no planejamento ou na implementação da solução. Em infraestrutura, estamos em 76º lugar. No quesito impulsionadores de eficiência, a eficácia do mercado de produtos está em 123º, enquanto dos mercado de trabalho, em 109º. Quando o assunto é inovação, ocupamos a 62ª posição.

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