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Padre Júlio Lancelotti diz que foi agredido por monitores


Do DiárioOnLine

12/03/2001 | 13:07


O padre Júlio Lancelotti, da Pastoral da Criança, afirmou, nesta segunda-feira, que foi agredido por monitores ao tentar entrar na unidade da Febem de Franco da Rocha, onde uma rebelião causou a morte de um monitor e deixou 34 pessoas feridas.

O padre relatou que os monitores estavam exaltados em razão do motim e o agrediram com socos no rosto e quebraram vidros de um carro do governo do Estado. "Acho que eles queriam mostrar sua revolta por causa dos colegas que foram agredidos e estavam com vontade de desabafar", disse o padre, em entrevista à Globo News. Lancelotti disse ainda que não fez nenhuma queixa e que perdoa os agressores. "Eu fui para lá porque o próprio governo do Estado me chamou", disse o padre.

O presidente do Sindicato dos Funcionários da Febem de São Paulo, Antônio Gilberto, pediu desculpas ao padre Júlio Lancelotti, em entrevista à imprensa, e alegou que os ânimos estavam muito exaltados quando ele chegou à Febem. Segundo ele, os monitores estavam revoltados e acabaram agredindo o padres, que de acordo com ele, ''sempre vai à imprensa para atacar os funcionários da Febem, quando o culpado disso tudo é o governo do Estado''.



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