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Bicas com água contaminada têm placa de alerta


Valéria Cabrera
Do Diário do Grande ABC

01/04/2004 | 21:19


A Ecovias, empresa que administra o sistema Anchieta/Imigrantes, instalou esta semana placas em quatro pontos das duas rodovias que informam que a água das bicas localizadas ao longo das estradas é imprópria para consumo. Análise de potabilidade realizada no ano passado pelo Núcleo e Agência Ambiental da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo) identificou contaminação por três tipos de bactérias: Pseudomonas aeroginosa, coliformes fecais e coliformes totais. Em dezembro do ano passado, reportagem publicada pelo Diário revelou o resultado da análise da água.

Foram instaladas placas nas bicas existentes nos Kms 42,5, 43,5 e 47,5 da pista Norte da Anchieta e também no Km 58 da rodovia dos Imigrantes, onde há quatro saídas de água. A água das bicas é freqüentemente usada por motoristas e por pessoas que moram ao longo das rodovias. O consumo da água contaminada pode causar diarréia, desidratação e intoxicação.

O assessor de Comunicação Empresarial da Ecovias, João Carlos Schleder, disse que recebeu no começo de março da universidade o relatório da análise realizada na água. “Como o estudo não aponta a causa direta da contaminação, colocamos as placas para que os usuários do sistema fiquem cientes de que a água é imprópria para consumo”, disse.

A descoberta da contaminação foi possível graças ao trabalho de duas estudantes do curso de Biologia da Umesp, que, para o trabalho de conclusão do curso, coletaram 24 amostras durante dois meses para análise nos laboratórios da instituição. A iniciativa é resultado de um convênio de cooperação técnico-científico celebrado em abril de 2002 entre a Umesp e a Ecovias.

Segundo Schleder, também faz parte desse convênio a realização de um trabalho de orientação para preservação dos mananciais nas encostas da Serra do Mar com alunos da Escola Rural do Bairro Cota 400 e com seus familiares. Desde 2003, estudantes da Metodista mantêm encontros periódicos com a comunidade com esse objetivo.

Outro trabalho que começou no ano passado, e que terá uma segunda etapa iniciada no fim deste mês, é o de reflorestamento de algumas áreas da Serra do Mar, que tiveram a vegetação retirada para construção da segunda pista da rodovia dos Imigrantes.



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Bicas com água contaminada têm placa de alerta

Valéria Cabrera
Do Diário do Grande ABC

01/04/2004 | 21:19


A Ecovias, empresa que administra o sistema Anchieta/Imigrantes, instalou esta semana placas em quatro pontos das duas rodovias que informam que a água das bicas localizadas ao longo das estradas é imprópria para consumo. Análise de potabilidade realizada no ano passado pelo Núcleo e Agência Ambiental da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo) identificou contaminação por três tipos de bactérias: Pseudomonas aeroginosa, coliformes fecais e coliformes totais. Em dezembro do ano passado, reportagem publicada pelo Diário revelou o resultado da análise da água.

Foram instaladas placas nas bicas existentes nos Kms 42,5, 43,5 e 47,5 da pista Norte da Anchieta e também no Km 58 da rodovia dos Imigrantes, onde há quatro saídas de água. A água das bicas é freqüentemente usada por motoristas e por pessoas que moram ao longo das rodovias. O consumo da água contaminada pode causar diarréia, desidratação e intoxicação.

O assessor de Comunicação Empresarial da Ecovias, João Carlos Schleder, disse que recebeu no começo de março da universidade o relatório da análise realizada na água. “Como o estudo não aponta a causa direta da contaminação, colocamos as placas para que os usuários do sistema fiquem cientes de que a água é imprópria para consumo”, disse.

A descoberta da contaminação foi possível graças ao trabalho de duas estudantes do curso de Biologia da Umesp, que, para o trabalho de conclusão do curso, coletaram 24 amostras durante dois meses para análise nos laboratórios da instituição. A iniciativa é resultado de um convênio de cooperação técnico-científico celebrado em abril de 2002 entre a Umesp e a Ecovias.

Segundo Schleder, também faz parte desse convênio a realização de um trabalho de orientação para preservação dos mananciais nas encostas da Serra do Mar com alunos da Escola Rural do Bairro Cota 400 e com seus familiares. Desde 2003, estudantes da Metodista mantêm encontros periódicos com a comunidade com esse objetivo.

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