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Mais cinco jogos completam rodada do Brasileirão


Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC
Com Agências

21/08/2005 | 08:33


Neste domingo, outros cinco jogos fecham o final de semana. Depois de liderar em oito rodadas consecutivas o Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta (33 pontos) encerra o primeiro turno diante do Brasiliense (22), às 16h de domingo, no Distrito Federal, numa situação diferente. Agora, o alvo é evitar a quinta derrota seguida para não ampliar a crise que ronda o Moisés Lucarelli.

O surpreendente Paraná, um dos primeiros colocados na tabela (36 pontos), não teme o embalo do Vasco (24), às 16h, no Pinheirão. Mas, no lado de lá, o técnico Renato Gaúcho aposta no ânimo de Romário, que dispensou as regalias e preferiu se juntar ao grupo na viagem a Curitiba. Normalmente, o Baixinho é de ir sozinho.

Em Porto Alegre, o Internacional recebe o Coritiba, no Beira-Rio, sem três titulares: o volante Tinga e o meia Iarley (contundidos), além do Rafael Sobis (suspenso). Na Ilha do Governador, às 18h10, o Flamengo (20 pontos) pretende mostrar um estilo mais ousado para sair do sufoco diante do não menos agonizante Paysandu (16). Os torcedores do rubro-negro esperam que o time reecontre os gols com Andrade, que volta ao cargo depois da saída recente de Celso Roth. No mesmo horário, o Botafogo-RJ pisa no Castelão para defender o tabu de nunca ter perdido para o Fortaleza na casa dos cearenses. Em nove duelos, foram seis placares favoráveis e três empates. O técnico Péricles Chamusca, porém, prevê dificuldades.

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Kati Dias<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Bocha é esporte de velho. Futebol de mesa é brincadeira de moleque. Piadinhas como essas rondam as modalidades em alguns clubes do Grande ABC. Mas não refletem a verdade. O adolescente André Luiz Bezerra Nogueira, 14 anos, sagrou-se campeão brasileiro juvenil de bocha no início do ano. Já os trintões Adilson dos Santos Gonçalves e Cassiano Ricardo Ferreira se divertem no futebol de mesa. Embora pratiquem esportes diferentes, os três têm em comum o bom humor. "Meus colegas de escola zoam comigo porque pratico esporte de aposentado", declarou André Luiz. Adilson e Cassiano não são levados a sério quando vão treinar no Meninos Futebol Clube, em São Bernardo. "Minha esposa fala que eu venho é para brincar", disse Cassiano.

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Apesar de a bocha ser considerada esporte de velho, o papai-coruja Luiz de Pádua Nogueira sai em defesa do caçula André Luiz. "Os melhores jogadores de bocha do país são jovens, com idades entre 20 e 30 anos", revelou Luiz, conhecido como Pezão.

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A dedicação à modalidade passou de pai para filho. Pezão joga bocha há mais de 20 anos no Meninos Futebol Clube. O estudante ainda usava fraldas quando se aventurou pela primeira vez em uma cancha (local onde se pratica o esporte). "Nem lembro quantos anos tinha, mas eu mal andava", declarou. Mesmo assim, não deixa de praticar outros esportes considerados normais. "Gosto de jogar handebol na escola. Na rua, como bom moleque, jogo um futebolzinho", disse André.

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No mesmo ginásio onde estão as canchas, mas no piso superior, o engenheiro Adilson e o metroviário Cassiano deixam a profissão de lado e se deliciam na versão de mesa do esporte mais amado no Brasil. Como em qualquer modalidade, ambos são registrados na Federação Paulista de Futebol de Mesa e disputam competições oficiais. Assim como outros meninos, tiveram o primeiro contato com o esporte na  infância. ",1]);//-->



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