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Reali crê em Vicentinho integrado no PT local

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente do diretório em Diadema diz que não jogará toalha pela unidade; bancada segue crítica


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

19/10/2015 | 07:00


Presidente do PT de Diadema, o ex-prefeito Mário Reali prometeu “não jogar toalha” para integrar o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, no diretório local. O parlamentar segue com nome rejeitado na executiva municipal para projeto de candidatura ao Paço, manifesto liderado pela bancada de vereadores, que reivindica indicar prefeiturável se o ex-prefeito José de Filippi Júnior confirmar desistência.

Além de garantir empenho na união partidária, Reali salientou que “enxerga” Vicentinho como quadro a liderar corrida eleitoral, ressaltando, porém, que o plano A é Filippi. “Eu vejo como uma opção (para o pleito). Da mesma forma que o Maninho e o Zé Antônio (vereadores). O partido vai realizar um amplo debate nesse sentido, com o propósito de unidade partidária”, argumentou Reali, citando as pré-candidaturas de Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e José Antônio da Silva.

Vicentinho migrou domicílio eleitoral de São Bernardo para Diadema, se colocando como uma das opções da legenda para a corrida eleitoral. Sua filiação ocorreu no dia 1º, porém, recheada de ataques dos seis vereadores do partido na cidade.

“A posição da bancada é legítima. Espero que o partido consiga resolver toda esta questão do processo de candidatura no diálogo. O regimento inclui prévia, porém, o objetivo é conseguir evitar (disputa interna)”, adicionou o presidente petista.

Depois de seis gestões em Diadema, o PT foi derrotado em 2012 pelo rival Lauro Michels (PV), justamente em empreitada liderada por Reali, que tentava a reeleição. De imediato, a militância do petismo destacou o nome de Filippi como líder de projeto pela retomada ao Paço. O ex-prefeito, entretanto, sempre refutou a possibilidade, garantindo estar focado em outros projetos.

Recentemente, a PF (Polícia Federal) anunciou que quer ouvir, na Operação Lava Jato, Filippi por seu trabalho como tesoureiro nas campanhas presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2006, e de Dilma Rousseff (PT), em 2010. A investigação da PF busca apurar denúncia de corrupção na Petrobras, entre 2004 e 2014, em esquema de arrecadação de propina para abastecer campanhas eleitorais de partidos políticos, entre eles o PT.

Comenta-se que o envolvimento no escândalo tem sido motivo para Filippi recuar de projeto de candidatura no PT de Diadema.

ARGUMENTO
Diante do cenário, Vicentinho garantiu seguir respeitando o posicionamento dos diademenses, argumentando que “está à disposição”. O parlamentar revelou ausência de diálogo com os vereadores por problemas de agenda. “Ainda não conversamos, mas vai ocorrer. Não posso chegar no partido exigindo.” 



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Reali crê em Vicentinho integrado no PT local

Presidente do diretório em Diadema diz que não jogará toalha pela unidade; bancada segue crítica

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

19/10/2015 | 07:00


Presidente do PT de Diadema, o ex-prefeito Mário Reali prometeu “não jogar toalha” para integrar o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, no diretório local. O parlamentar segue com nome rejeitado na executiva municipal para projeto de candidatura ao Paço, manifesto liderado pela bancada de vereadores, que reivindica indicar prefeiturável se o ex-prefeito José de Filippi Júnior confirmar desistência.

Além de garantir empenho na união partidária, Reali salientou que “enxerga” Vicentinho como quadro a liderar corrida eleitoral, ressaltando, porém, que o plano A é Filippi. “Eu vejo como uma opção (para o pleito). Da mesma forma que o Maninho e o Zé Antônio (vereadores). O partido vai realizar um amplo debate nesse sentido, com o propósito de unidade partidária”, argumentou Reali, citando as pré-candidaturas de Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e José Antônio da Silva.

Vicentinho migrou domicílio eleitoral de São Bernardo para Diadema, se colocando como uma das opções da legenda para a corrida eleitoral. Sua filiação ocorreu no dia 1º, porém, recheada de ataques dos seis vereadores do partido na cidade.

“A posição da bancada é legítima. Espero que o partido consiga resolver toda esta questão do processo de candidatura no diálogo. O regimento inclui prévia, porém, o objetivo é conseguir evitar (disputa interna)”, adicionou o presidente petista.

Depois de seis gestões em Diadema, o PT foi derrotado em 2012 pelo rival Lauro Michels (PV), justamente em empreitada liderada por Reali, que tentava a reeleição. De imediato, a militância do petismo destacou o nome de Filippi como líder de projeto pela retomada ao Paço. O ex-prefeito, entretanto, sempre refutou a possibilidade, garantindo estar focado em outros projetos.

Recentemente, a PF (Polícia Federal) anunciou que quer ouvir, na Operação Lava Jato, Filippi por seu trabalho como tesoureiro nas campanhas presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2006, e de Dilma Rousseff (PT), em 2010. A investigação da PF busca apurar denúncia de corrupção na Petrobras, entre 2004 e 2014, em esquema de arrecadação de propina para abastecer campanhas eleitorais de partidos políticos, entre eles o PT.

Comenta-se que o envolvimento no escândalo tem sido motivo para Filippi recuar de projeto de candidatura no PT de Diadema.

ARGUMENTO
Diante do cenário, Vicentinho garantiu seguir respeitando o posicionamento dos diademenses, argumentando que “está à disposição”. O parlamentar revelou ausência de diálogo com os vereadores por problemas de agenda. “Ainda não conversamos, mas vai ocorrer. Não posso chegar no partido exigindo.” 

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