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Livros & livros


Ademir Medici

19/10/2015 | 07:00


 “Sobreviveu a Auschwitz”, de Emanuela Zuccalà (Paulinas). Liliana Segre relata seu dia a dia no campo de concentração. Como enfrentou as armadilhas psicológicas até a sua libertação e como, ainda hoje, luta por uma consciência de paz e amor.

Trecho – “Comecei a dar testemunho por causa de uma dívida ainda não paga. Devo-a a todas as vidas que vi serem despedaçadas à minha volta. (...) E devo-o, sobretudo, aos meus familiares que morreram em Auschwitz.”

 

“Não faz mal, é setembro, início de primavera”, de Aristides Theodoro (Ed. Costelas Felinas). Poemas. O autor de Mauá é apresentado pela professora e escritora Raquel Naveira. Pelas páginas, suspiros, dramas, comédias, injustiças e desalentos.

Poeta rude – Sobre o Tamanduateí, que nasce em Mauá: “Hoje, um rio imundo, cheio de miasmas, fedendo a bosta, a vômito, mêsntruo, sêmen e lixo hospitalar.”

Contato: Caixa postal 102, Mauá, SP. CEP 09.310.971; fone: (11) 4511-5401.

 

“Caixinha de risos e rimas”, de Cláudio Feldman (Editora Taturana). Poemas infantis: 52º livro do autor andreense, com obras em poesia, ficção, romance, crônica, humor, teatro... Desta feita, uma feliz parceria com o traço incrível de Perkins, que cuida das ilustrações.

Sacada escolhida – “Movimento produz calor. Professora, e o ventilador?”.

Contato: claudiofeldman@uol.com.br

 

“Índios. Uma história contada pelos verdadeiros donos do Brasil”, de Robson Miguel (Galeria das Letras). Um livro de história que se transforma em de crônicas ilustradas – e muito bonitas, mesmo que várias já mais que conhecidas.

Robson Miguel resolve tudo a seu jeito, como quer. Faz valer a sua vontade e pronto. Imaginem! Ele localizou a Vila de Santo André da Borda do Campo e descobriu um cemitério indígena. Será?

Fontes e provas? Só argumentos. O que nos levou a citar o livro do ótimo músico e bom camarada Robson Miguel como obra de ficção.

A versão do moço do castelo deixaria triste Wanderley dos Santos, muito triste, decepcionado. Wanderley perguntaria: “Será que não valeu nada toda uma pesquisa de vida que fizemos, baseados em tantos e tantos documentos?”.

Robson Miguel, você é bom... tocando violão!

 

“América Latina, por favor, um minuto de silêncio: morreu Carlos Fuentes!...”!, de Aristides Theodoro (Edições Mariposa). De Mauá para o mundo, o autor fala de Carlos Fuentes (escritor latino-americano nascido no Panamá), mas de muita gente mais: de Luiz Gonzaga a Gilberto Freyre, de Ary Barroso a Ariano Suassuna.

Na lista, autores mauaenses, com o eterno Edson Bueno de Camargo.

Memória – É em livros como este de Aristides Theodoro que a memória literária do Grande ABC vai-se registrando, num recado às gerações que virão.

 

“Humor cego??!!”</CO></CF>, de Vieira Vivo (Ed. Costelas Felinas). Revista. Nova produção dessa gente boa da cidade de São Vicente, que não esquece da gente aqui em Memória.

Definições – de José Dirceu, presidente Dilma, PSDB paulista, técnico Felipão, Ribamar Sarney, Rei Pelé, Vanusa, Rafinha Bastos, Graça Foster.

Da última: “Cabeça de asno afogada em angu de caroço ao molho graxa”.

Contato: cacbvv@gmail.com

 

“Canto a uma negra (e outros poemas)”, de Iracema M. Régis (Ed. Costelas Felinas). Poemas e observações de uma autora mais que mauaense. Sensível. Reflexiva. Inspirada.

À moda Mário de Andrade – “Mãe solteira abriu a guarda: habitaram, os de casa; visitaram os de fora. Um caldeirão ferveu: – expirou um saci-pererê, um índio aculturado, um negro sorridente, um deus duvidoso, um portuga-abrasileirado. A mãe dormiu. Acordou avó. ‘O herói sem nenhum caráter’ se multiplicou”.

Contato: Caixa postal 102, Mauá, SP. CEP 09310-971; fone: (11) 4578-5476.

 

Diário há 30 anos

Sábado, 19 de outubro de 1985 - ano 28, nº 5959

Manchete – Comissão mista aprova emenda da Constituinte

Santo André – Prefeitura vai recorrer contra a aplicação da Emenda Calmon, que estabelece um percentual a ser investido em Educação.

TRE regulamenta plebiscito em Utinga. Campanhas avançam.

Literatura – Ignácio de Loyola Brandão vem a Santo André e autografa o livro “O beijo não vem da boca”, no Centro Cívico de Santo André.

 

Em 19 de outubro de...

1915 – Alunos do Grupo Escolar de Santo André programam uma visita ao Museu do Ipiranga.

Antonio Queiroz dos Santos, capitalista de Santo André, acaba de adquirir o conhecido parelheiro (cavalo de corrida) Diavolinos.

Visitou Santo André o coronel José Maria Alves Pimenta, comandante de um dos batalhões do Exército estacionados no Estado do Rio Grande do Sul.

A guerra. Do noticiário do Estadão: ‘Aviões franceses bombardeiam Treves, em represália aos ataques a Londres e Nancy’.

1930 – Revolução em marcha. Com poucas exceções, as fábricas da região continuam em atividade, a pedido do prefeito Saladino.

O policiamento da região é feito por uma guarda municipal, organizada pelo prefeito e pelo delegado de polícia, Pedro Piva.

 

Santos do Dia

São Paulo da Cruz (Itália 1694 - 1775). Iniciou a obra missionária dos padres passionistas, que chegou ao Brasil em 1911, com sede em São Paulo.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza

João de Brébeuf e Isaac Jogues

Pedro de Alcântara



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Livros & livros

Ademir Medici

19/10/2015 | 07:00


 “Sobreviveu a Auschwitz”, de Emanuela Zuccalà (Paulinas). Liliana Segre relata seu dia a dia no campo de concentração. Como enfrentou as armadilhas psicológicas até a sua libertação e como, ainda hoje, luta por uma consciência de paz e amor.

Trecho – “Comecei a dar testemunho por causa de uma dívida ainda não paga. Devo-a a todas as vidas que vi serem despedaçadas à minha volta. (...) E devo-o, sobretudo, aos meus familiares que morreram em Auschwitz.”

 

“Não faz mal, é setembro, início de primavera”, de Aristides Theodoro (Ed. Costelas Felinas). Poemas. O autor de Mauá é apresentado pela professora e escritora Raquel Naveira. Pelas páginas, suspiros, dramas, comédias, injustiças e desalentos.

Poeta rude – Sobre o Tamanduateí, que nasce em Mauá: “Hoje, um rio imundo, cheio de miasmas, fedendo a bosta, a vômito, mêsntruo, sêmen e lixo hospitalar.”

Contato: Caixa postal 102, Mauá, SP. CEP 09.310.971; fone: (11) 4511-5401.

 

“Caixinha de risos e rimas”, de Cláudio Feldman (Editora Taturana). Poemas infantis: 52º livro do autor andreense, com obras em poesia, ficção, romance, crônica, humor, teatro... Desta feita, uma feliz parceria com o traço incrível de Perkins, que cuida das ilustrações.

Sacada escolhida – “Movimento produz calor. Professora, e o ventilador?”.

Contato: claudiofeldman@uol.com.br

 

“Índios. Uma história contada pelos verdadeiros donos do Brasil”, de Robson Miguel (Galeria das Letras). Um livro de história que se transforma em de crônicas ilustradas – e muito bonitas, mesmo que várias já mais que conhecidas.

Robson Miguel resolve tudo a seu jeito, como quer. Faz valer a sua vontade e pronto. Imaginem! Ele localizou a Vila de Santo André da Borda do Campo e descobriu um cemitério indígena. Será?

Fontes e provas? Só argumentos. O que nos levou a citar o livro do ótimo músico e bom camarada Robson Miguel como obra de ficção.

A versão do moço do castelo deixaria triste Wanderley dos Santos, muito triste, decepcionado. Wanderley perguntaria: “Será que não valeu nada toda uma pesquisa de vida que fizemos, baseados em tantos e tantos documentos?”.

Robson Miguel, você é bom... tocando violão!

 

“América Latina, por favor, um minuto de silêncio: morreu Carlos Fuentes!...”!, de Aristides Theodoro (Edições Mariposa). De Mauá para o mundo, o autor fala de Carlos Fuentes (escritor latino-americano nascido no Panamá), mas de muita gente mais: de Luiz Gonzaga a Gilberto Freyre, de Ary Barroso a Ariano Suassuna.

Na lista, autores mauaenses, com o eterno Edson Bueno de Camargo.

Memória – É em livros como este de Aristides Theodoro que a memória literária do Grande ABC vai-se registrando, num recado às gerações que virão.

 

“Humor cego??!!”</CO></CF>, de Vieira Vivo (Ed. Costelas Felinas). Revista. Nova produção dessa gente boa da cidade de São Vicente, que não esquece da gente aqui em Memória.

Definições – de José Dirceu, presidente Dilma, PSDB paulista, técnico Felipão, Ribamar Sarney, Rei Pelé, Vanusa, Rafinha Bastos, Graça Foster.

Da última: “Cabeça de asno afogada em angu de caroço ao molho graxa”.

Contato: cacbvv@gmail.com

 

“Canto a uma negra (e outros poemas)”, de Iracema M. Régis (Ed. Costelas Felinas). Poemas e observações de uma autora mais que mauaense. Sensível. Reflexiva. Inspirada.

À moda Mário de Andrade – “Mãe solteira abriu a guarda: habitaram, os de casa; visitaram os de fora. Um caldeirão ferveu: – expirou um saci-pererê, um índio aculturado, um negro sorridente, um deus duvidoso, um portuga-abrasileirado. A mãe dormiu. Acordou avó. ‘O herói sem nenhum caráter’ se multiplicou”.

Contato: Caixa postal 102, Mauá, SP. CEP 09310-971; fone: (11) 4578-5476.

 

Diário há 30 anos

Sábado, 19 de outubro de 1985 - ano 28, nº 5959

Manchete – Comissão mista aprova emenda da Constituinte

Santo André – Prefeitura vai recorrer contra a aplicação da Emenda Calmon, que estabelece um percentual a ser investido em Educação.

TRE regulamenta plebiscito em Utinga. Campanhas avançam.

Literatura – Ignácio de Loyola Brandão vem a Santo André e autografa o livro “O beijo não vem da boca”, no Centro Cívico de Santo André.

 

Em 19 de outubro de...

1915 – Alunos do Grupo Escolar de Santo André programam uma visita ao Museu do Ipiranga.

Antonio Queiroz dos Santos, capitalista de Santo André, acaba de adquirir o conhecido parelheiro (cavalo de corrida) Diavolinos.

Visitou Santo André o coronel José Maria Alves Pimenta, comandante de um dos batalhões do Exército estacionados no Estado do Rio Grande do Sul.

A guerra. Do noticiário do Estadão: ‘Aviões franceses bombardeiam Treves, em represália aos ataques a Londres e Nancy’.

1930 – Revolução em marcha. Com poucas exceções, as fábricas da região continuam em atividade, a pedido do prefeito Saladino.

O policiamento da região é feito por uma guarda municipal, organizada pelo prefeito e pelo delegado de polícia, Pedro Piva.

 

Santos do Dia

São Paulo da Cruz (Itália 1694 - 1775). Iniciou a obra missionária dos padres passionistas, que chegou ao Brasil em 1911, com sede em São Paulo.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza

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