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Greve na Ford atinge uma semana; negociações com sindicato continuam


Soraia Abreu Pedrozo

17/09/2015 | 07:29


A greve dos metalúrgicos da Ford em São Bernardo completou uma semana ontem. O movimento foi deflagrado em reação às 200 demissões anunciadas pela montadora. As negociações foram retomadas na segunda-feira, mas até o momento não houve proposta de acordo. “Parece que a empresa não quer uma solução simples, infelizmente”, avaliou o presidente do Sindicato, Rafael Marques, em nota. Hoje haverá mais uma rodada de negociações.

Os cortes atingiram tanto funcionários em atividade na fábrica (cerca de 80) quanto pelo menos parte dos que estão em lay-off (são ao todo 160 suspensos temporariamente) e afastados por banco de horas (59). Eles foram anunciados poucos dias depois do encerramento do prazo de um PDV (Programa de Demissão Voluntária) que ficou aberto por dois meses e recebeu, segundo o sindicato, 130 adesões.

A decisão surpreendeu os sindicalistas. Conforme disse Marques ao Diário, a empresa havia garantido que não considerava adotar o PPE (Programa de Proteção ao Emprego) porque não precisava fazer uso desse instrumento legal. A fábrica são-bernardense possui 4.300 funcionários.



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Greve na Ford atinge uma semana; negociações com sindicato continuam

Soraia Abreu Pedrozo

17/09/2015 | 07:29


A greve dos metalúrgicos da Ford em São Bernardo completou uma semana ontem. O movimento foi deflagrado em reação às 200 demissões anunciadas pela montadora. As negociações foram retomadas na segunda-feira, mas até o momento não houve proposta de acordo. “Parece que a empresa não quer uma solução simples, infelizmente”, avaliou o presidente do Sindicato, Rafael Marques, em nota. Hoje haverá mais uma rodada de negociações.

Os cortes atingiram tanto funcionários em atividade na fábrica (cerca de 80) quanto pelo menos parte dos que estão em lay-off (são ao todo 160 suspensos temporariamente) e afastados por banco de horas (59). Eles foram anunciados poucos dias depois do encerramento do prazo de um PDV (Programa de Demissão Voluntária) que ficou aberto por dois meses e recebeu, segundo o sindicato, 130 adesões.

A decisão surpreendeu os sindicalistas. Conforme disse Marques ao Diário, a empresa havia garantido que não considerava adotar o PPE (Programa de Proteção ao Emprego) porque não precisava fazer uso desse instrumento legal. A fábrica são-bernardense possui 4.300 funcionários.

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