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Em fase de adaptação, pilotos criticam asfalto

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Campo Grande volta a receber a Stock Car
após quatro anos e pista foi alvo de protestos


Dérek Bittencourt
Enviado a Campo Grande (MS)

12/09/2015 | 07:00


A ausência de Campo Grande do calendário da Stock Car nos últimos três anos fez os pilotos encararem a etapa com certo desconhecimento. Mesmo os mais experientes, com passagens por categorias internacionais ou títulos na própria Stock, reconheceram que é necessário tempo de adaptação à pista. Além disso, apresentaram diferentes opiniões sobre o principal causador de preocupação entre eles: o asfalto mato-grossense-do-sul.

“Por mais que conheça e tenha corrido, quando fica muito tempo longe parece que nunca esteve antes. Demora um pouco para relembrar”, afirmou o aniversariante de ontem, Antonio Pizzonia, da Prati-donaduzzi, que completou 35 anos. “O asfalto é extremamente abrasivo, o que agride o pneu. Então, existe preocupação em relação à segurança, se vai aguentar a distância, se não vai estourar”, emendou o piloto, que ficou em sétimo no treino livre.

Opinião mais crítica teve seu companheiro Júlio Campos. “É um traçado muito bacana, dos melhores do País, lugar legal, uma pena o asfalto estar na condição que está, muito ruim, precisa ser recapeado com urgência”, disse ele, 11º na atividade.

Já o vice-líder da temporada, Cacá Bueno, da Red Bull, demonstrou surpresa. “Fazia tempo que a Stock não vinha. O asfalto, esperava pior, mais poroso, com mais pedras. Situação complicada, mas já esteve pior. Vamos ver como os carros se comportam em longo prazo. Essas eram as maiores preocupações de todas as equipes: asfalto e desgaste de pneus”, concluiu ele, que fez apenas o 19º melhor tempo ontem.

Daniel Serra é o mais veloz do dia

Se as altas temperaturas frequentes causavam certa preocupação no circo da Stock Car antes da vinda a Campo Grande, tanto competidores quanto equipes tiveram de se adaptar a outro tipo de condição no primeiro dia de atividades, ontem. A chuva praticamente não deu trégua durante o dia. E em clima de incerteza os carros foram à pista, primeiramente divididos em dois grupos para o shake down (atividade de ambientação) e, depois, o primeiro treino livre, no qual Daniel Serra, da Red Bull, foi o mais rápido: 1min34s649.

“É bom começar o fim de semana como o mais rápido, mas é difícil fazer qualquer análise, porque as condições da pista estavam bem diferentes. O treino começou com asfalto bastante molhado e, quando terminou, já tinha secado bastante. Parece que amanhã (hoje) não vai chover e domingo (amanhã) vai fazer sol, então precisamos seguir trabalhando para repetir o bom desempenho”, disse.

O treino classificatório será hoje, às 13h.



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