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Centros da região têm futuro incerto

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Espaços cedidos ao paradesporto em S.Caetano
podem ser destinados para a iniciação esportiva


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

11/09/2015 | 07:00


A estrutura existente no Grande ABC que atende os atletas paraolímpicos ainda não tem futuro definido quando o Centro Paraolímpico Brasileiro for inaugurado. Em conversa com o Diário, o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro e vice-presidente do CPI (Comitê Paraolímpico Internacional), Andrew Parsons, afirmou que as piscinas do CER (Clube Esportivo e Recreativo) Cerâmica, ex-AD São Caetano, e do Complexo Lauro Gomes e espaço no centro de treinamento de atletismo BM&F/Bovespa, em São Caetano, podem ser transformados em centro de iniciação paraolímpico ou locais dedicados a projetos sociais.

“Vamos ver como vai ser com esse centro (na Capital). Podemos transformá-los (espaços no Grande ABC) em locais destinados para iniciação esportiva, dedicados a projetos sociais ou até mesmo mantê-los (como estão)”, explicou ele.

Parsons também destacou o legado que o centro trará ao esporte paraolímpico brasileiro como referência para as futuras gerações. “É a cereja do bolo do esporte paraolímpico brasileiro. Os Jogos (Paraolímpicos) vêm e vão passar, mas o centro vai continuar. Isso é perene”, comentou. “O local é de alto rendimento para atletas de elite. Mas o quanto a gente puder integrar os jovens com grandes campeões, nós vamos fazer”, destacou o dirigente.

A estrutura da obra surpreendeu até mesmo sir Philip Craven, presidente do CPI. O inglês afirmou que o centro não perde em nada para outros polos paraolímpicos. “É do mesmo nível de outras instalações no mundo, como na Coreia do Sul e na China. Só de olhar você percebe. É de primeira linha. É fantástico”, afirmou.

Ex-atleta do basquete de cadeira de rodas, do atletismo e da natação, sir Philip exaltou o fato de os esportistas poderem trocar experiências no centro. “É difícil para todos em algum ponto da carreira. Quando eles treinam juntos, podem trocar experiências: ‘Ei, é um dia ruim para mim’ e o outro atleta diz: ‘Eu tive o mesmo problema. Mas vamos lá, continue’. Mesmo se é um atleta de outro esporte, esse trabalho em equipe você tem de ter. Você se sente parte de um time”, concluiu.



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