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Do Diário OnLine

08/09/2015 | 07:00


A Seleção Brasileira deixou de ser um prazer para o torcedor. Ultimamente o que se vê é um time que não encanta, joga de forma pragmática e a conquista, antes considerada provável, acaba sendo um objetivo, quando atingido, revestido de pouco encanto.

A crítica ao esquema tático não deve ser endereçada apenas ao técnico atual. Os anteriores também privilegiaram a forte marcação, congestionamento no meio campo e pouca inspiração no ataque. E repare que nós temos um dos melhores dianteiros do mundo.

Mano Menezes e Luiz Felipe Scolari são gaúchos, como Dunga, e pensam o futebol da mesma forma. Antes deles, o comandante era Carlos Alberto Parreira. Igual aos demais. Dos quatro, dois foram campeões mundiais. Mas ganharam sem brilho, graças a alguns jogadores talentosos, com a tradição do autêntico futebol brasileiro descaracterizada.

O Brasil venceu no sábado o amistoso contra a Costa Rica com um gol irregular, o adversário marcou um gol legítimo, que acabou anulado e não se vê luz no fim do túnel. Pode até ser que hoje a Seleção Brasileira goleie os Estados Unidos. Mas, mesmo assim, ela não passará confiança, seu jogo não encantará e o torcedor ficará cada vez mais com a pulga atrás da orelha.

Dunga chegou à Copa América com um cartel espetacular. Foram dez vitórias em dez amistosos. Mas em nenhum jogo se viu brilho, a impressão que ficava era que o time jogava com o breque de mão puxado e a realidade veio na competição realizada no Chile. Desclassificação prematura, decepção da torcida e preocupação real da torcida com as eliminatórias.

Hoje em dia, ninguém pode afirmar como antes, que o Brasil é favas contadas para a Copa do Mundo. Vamos jogar as eliminatórias com apenas uma tradição: a camisa amarela. Não vai ser fácil encarar os adversários que, por sinal, cresceram de produção.

Não temos mais grandes treinadores. São raríssimas as exceções. O grupo de jogadores é limitado e, com exceção de Neymar, os talentos rarearam.

Espetáculo

Clássico entre Palmeiras e Corinthians – empate por 3 a 3 no Allianz Parque – está sendo considerado o melhor jogo do Brasileiro. Os esquemas dos técnicos foram audaciosos, os jogadores usaram de muita velocidade e, ao final, empolgação. Bem diferente do que se viu com a Seleção Brasileira.



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