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Mesmo sem apoio dos colegas de Legislativo, o líder do governo Lauro Michels (PV) na Câmara, Atevaldo Leitão (PSDB), já reservou dinheiro para confeccionar faixas e cartazes para espalhar pela cidade de seu projeto que prevê redução de 21 para 11 vereadores


Do Diário do Grande ABC

18/08/2015 | 07:00


Mesmo sem apoio dos colegas de Legislativo, o líder do governo Lauro Michels (PV) na Câmara, Atevaldo Leitão (PSDB), já reservou dinheiro para confeccionar faixas e cartazes para espalhar pela cidade de seu projeto que prevê redução de 21 para 11 vereadores. A proposta não tem sido levada a sério. Os parlamentares não demonstraram simpatia pelo conteúdo porque afetará diretamente mais da metade dos eleitos hoje. A intenção do tucano é boa, mas na verdade ele quer dar resposta à péssima repercussão da tentativa de aumento do salário dos vereadores. Há de se ressaltar também que Atevaldo Leitão foi um dos primeiros a defender o reajuste de 49% no contracheque e andava com o holerite no bolso para mostrar à população que os R$ 10.192,10 não eram muito. Inclusive votou a favor da majoração. Depois recusou, como todos os outros, após pressão popular. O corte pela metade no número de vereadores tem sentido. Até porque ninguém vai perceber se dez vagas de vereador forem extintas hoje, tamanha a falta de qualidade dos projetos apresentados e as soluções de problemas sugeridas. Apesar de a matéria de redução de cadeiras ser boa, perde credibilidade pelo histórico do tucano, envolto a incoerências. E, acrescente-se, faltará grandeza aos nobres vereadores para votar um projeto desta envergadura moral. Ou alguém aposta que essa propositura vai ser aprovada?

De volta
Depois de passagens pelas prefeituras de Diadema e Santo André, Iliomar Darronqui (PR) volta a atuar em São Caetano, onde foi vice-prefeito e secretário de várias Pastas. Já tem grupos políticos de olho nele, mas a aproximação natural é com o ex-comandante do Palácio da Cerâmica José Auricchio Júnior (PTB), com quem tem mais afinidade. O republicano já teve acolhida e é considerado peça importante para o jogo de 2016.

Sem indagações
Jair Meneguelli (PT) se pronunciou sobre seu papel dentro do PT de São Caetano. Sim, se pronunciou porque não aceitou responder perguntas. Muita gente tem desconfiado que ele deve sair candidato a prefeito em 2016 só para se cacifar e tentar um cargo em alguma prefeitura que o partido conquiste. Ele nega. “Em hipótese alguma. Pode anotar para depois cobrar”. Anotado. Diz que nunca abandonou os companheiros em São Caetano, apesar da ausência de 12 anos (2003 a 2014) da vida partidária local, período em que esteve à frente do conselho nacional do Sesi. “Estava ocupadíssimo. Não posso assoviar e chupar cana ao mesmo tempo”, diz Meneguelli.

Algumas indagações
Ao encerrar seu pronunciamento, Meneguelli não deu chance de qualquer pergunta. Com isso, deixou de responder, por exemplo, por que o único vereador do PT de São Caetano não foi convidado para reunião de lideranças do partido no fim de semana passado, em que foi discutida a conjuntura eleitoral do município. Também perdeu a oportunidade de explicar como é que a legenda vai fazer para chegar ao quociente eleitoral e conquistar ao menos uma cadeira na Câmara em 2016 sem Pio Mielo, que está de malas prontas para o PMDB. Ressalte-se que em 2012 o parlamentar quase não foi eleito, pois os votos totais dos candidatos e da legenda por pouco não atingiram o mínimo necessário. E muitos outros questionamentos que os próprios petistas, alguns deles históricos, gostariam de ouvir de um militante com a bagagem de Meneguelli. Ficaram no vazio, como o partido pode ficar ano que vem. 



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Mesmo sem apoio dos colegas de Legislativo, o líder do governo Lauro Michels (PV) na Câmara, Atevaldo Leitão (PSDB), já reservou dinheiro para confeccionar faixas e cartazes para espalhar pela cidade de seu projeto que prevê redução de 21 para 11 vereadores

Do Diário do Grande ABC

18/08/2015 | 07:00


Mesmo sem apoio dos colegas de Legislativo, o líder do governo Lauro Michels (PV) na Câmara, Atevaldo Leitão (PSDB), já reservou dinheiro para confeccionar faixas e cartazes para espalhar pela cidade de seu projeto que prevê redução de 21 para 11 vereadores. A proposta não tem sido levada a sério. Os parlamentares não demonstraram simpatia pelo conteúdo porque afetará diretamente mais da metade dos eleitos hoje. A intenção do tucano é boa, mas na verdade ele quer dar resposta à péssima repercussão da tentativa de aumento do salário dos vereadores. Há de se ressaltar também que Atevaldo Leitão foi um dos primeiros a defender o reajuste de 49% no contracheque e andava com o holerite no bolso para mostrar à população que os R$ 10.192,10 não eram muito. Inclusive votou a favor da majoração. Depois recusou, como todos os outros, após pressão popular. O corte pela metade no número de vereadores tem sentido. Até porque ninguém vai perceber se dez vagas de vereador forem extintas hoje, tamanha a falta de qualidade dos projetos apresentados e as soluções de problemas sugeridas. Apesar de a matéria de redução de cadeiras ser boa, perde credibilidade pelo histórico do tucano, envolto a incoerências. E, acrescente-se, faltará grandeza aos nobres vereadores para votar um projeto desta envergadura moral. Ou alguém aposta que essa propositura vai ser aprovada?

De volta
Depois de passagens pelas prefeituras de Diadema e Santo André, Iliomar Darronqui (PR) volta a atuar em São Caetano, onde foi vice-prefeito e secretário de várias Pastas. Já tem grupos políticos de olho nele, mas a aproximação natural é com o ex-comandante do Palácio da Cerâmica José Auricchio Júnior (PTB), com quem tem mais afinidade. O republicano já teve acolhida e é considerado peça importante para o jogo de 2016.

Sem indagações
Jair Meneguelli (PT) se pronunciou sobre seu papel dentro do PT de São Caetano. Sim, se pronunciou porque não aceitou responder perguntas. Muita gente tem desconfiado que ele deve sair candidato a prefeito em 2016 só para se cacifar e tentar um cargo em alguma prefeitura que o partido conquiste. Ele nega. “Em hipótese alguma. Pode anotar para depois cobrar”. Anotado. Diz que nunca abandonou os companheiros em São Caetano, apesar da ausência de 12 anos (2003 a 2014) da vida partidária local, período em que esteve à frente do conselho nacional do Sesi. “Estava ocupadíssimo. Não posso assoviar e chupar cana ao mesmo tempo”, diz Meneguelli.

Algumas indagações
Ao encerrar seu pronunciamento, Meneguelli não deu chance de qualquer pergunta. Com isso, deixou de responder, por exemplo, por que o único vereador do PT de São Caetano não foi convidado para reunião de lideranças do partido no fim de semana passado, em que foi discutida a conjuntura eleitoral do município. Também perdeu a oportunidade de explicar como é que a legenda vai fazer para chegar ao quociente eleitoral e conquistar ao menos uma cadeira na Câmara em 2016 sem Pio Mielo, que está de malas prontas para o PMDB. Ressalte-se que em 2012 o parlamentar quase não foi eleito, pois os votos totais dos candidatos e da legenda por pouco não atingiram o mínimo necessário. E muitos outros questionamentos que os próprios petistas, alguns deles históricos, gostariam de ouvir de um militante com a bagagem de Meneguelli. Ficaram no vazio, como o partido pode ficar ano que vem. 

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