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OAS: ex-presidente do PRB andreense nega envolvimento

Odilon Manoel Ribeiro alega que há equívoco e que empreiteira não doou para a campanha


Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/08/2015 | 07:00


O ex-mandatário do PRB de Santo André, Odilon Manoel Ribeiro, está citado em investigação da Operação Lava Jato, da PF (Polícia Federal), após seu nome aparecer em mensagens interceptadas no celular do ex-dirigente da OAS José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, preso na carceragem de Curitiba, no Paraná. Ele nega qualquer irregularidade.

Conforme documento nas dependências da corporação, as informações indicam que o dirigente procurou o empresário para “falar sobre apoio” na campanha eleitoral de 2014. O contato, segundo o material, teria acontecido em 12 de julho de 2013, um ano antes do pleito.

Na mensagem, o funcionário da OAS Marcos Ramalho avisa a Pinheiro em relação ao contato de Odilon, que é assessor executivo do Procon e era até o ano passado chefe de gabinete do vereador bispo Ronaldo de Castro, atual presidente da Câmara de Santo André.

De acordo com o ex-presidente do PRB, os dados são inverídicos. “Nunca houve esse tipo de contato para o dirigente (Pinheiro) ou a qualquer outro representante da empreiteira. Vejo que existe algum equívoco”, defendeu, ao sugerir possibilidade de caso de homônimo.

Pinheiro é acusado de participar de esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha na Petrobras. Odilon afirmou que, à época em que atuou na campanha de Celso Russomanno (PRB), hoje deputado federal, existia ordem, inclusive, para não doar recursos à empreitada republicana. “Naquela ocasião havia esses boatos de que a empresa não iria fazer doação. Não liguei para ninguém com este intuito (de pedido de financiamento eleitoral). Não sou nem importante a esse ponto de ligar para um empreiteiro. Quem me dera tivesse esse prestígio.” Na prestação de contas da campanha do deputado, a OAS não consta como doadora.

Esta não é a primeira vez que um nome ligado ao Grande ABC é mencionado na Lava Jato. As irmãs gêmeas Marta e Maria Coerin têm vínculo com o PT e a empresa de consultoria do ex-ministro José Dirceu, preso no início do mês. Elas são investigadas como suposto elo de propina paga pelo lobista Milton Pascowitch. 



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