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Grupo Corpo faz 40 anos

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Companhia mineira comemora e mostra suas
novas coreografias na Capital, no Teatro Alfa


Vinícius Castelli

11/08/2015 | 07:00


Plástica, cores, precisão, energia e música. Trabalho que surgiu e deu os primeiros passos na casa onde nasceram e foram criados os irmãos Pederneiras, em Belo Horizonte, Minas Gerais, o Grupo Corpo celebra quatro décadas de trabalho regado a muita arte.

Para comemorar, a companhia consagrada no Brasil e Exterior faz temporada em São Paulo, com estreia amanhã – até dia 23 –, no Teatro Alfa (Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel.: 5693-4000), e mostra ao público duas coreografias inéditas: Dança Sinfônica e Suíte Branca. A primeira, assinada por Rodrigo Pederneiras, um dos idealizadores do grupo. A segunda tem os dedos de Cassi Abranches, bailarina que dançou por 12 anos junto à companhia e agora assume papel de coreógrafa.

Em entrevista ao Diário, Rodrigo Pederneiras conta que a ideia de Suíte Branca é que fosse uma página em branco para que o Grupo Corpo pudesse escrever novas coisas. “Já o meu trabalho (em Dança Sinfônica) foi mais solene, fala de memória, das pessoas que passaram pela companhia”, diz. Para ele, as duas peças são um “reviver olhando para a frente”.

“São 40 anos, mas com o mesmo vigor e grande frescor, com atividade criativa grande e que visa um futuro legal. A energia é a mesma (de antes) ou até maior e esse olhar ‘para frente’ é bom”, diz Pederneiras ao Diário.

O coreógrafo, que começou o trabalho do Grupo Corpo ao lado dos irmãos Paulo, Miriam e Pedro – todos seguem trabalhando juntos –, diz que não foi fácil a caminhada na arte. “As dificuldades foram várias, principalmente financeiras”, afirma. Mas ele prefere não reclamar. “Quando olho para trás, só vejo coisas boas. Sempre trabalhamos muito”, afirma.

Hoje, os herdeiros dos criadores já fazem parte da equipe. André, filho de Miriam, é um dos técnicos de palco. Gabriel, filho de Rodrigo, também ilustra o cast, é iluminador. Além disso, o coreógrafo comemora a volta de Cassi para o grupo. “Ela conhece nossa forma de trabalhar. É a pessoa ideal. Essa geração nova está fazendo esse trabalho tão bonito para continuar nosso legado”, suspira Pederneiras.

As apresentações ocorrem de quartas e quintas, às 21h, sextas, às 21h30, sábados, às 20h, e domingos, a partir das 18h. As entradas custam de R$ 50 a R$ 130 e podem ser compradas pelo site www.ingressorapido.com.br ou nas bilheterias da casa.   



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