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Nissan Pathfinder custa R$ 200 mil na versão a gasolina


Sueli Osório
Do Diário do Grande ABC

29/03/2006 | 09:58


A terceira geração do utilitário esportivo da Nissan tem agora sete lugares e volta a trazer a opção do motor turbodiesel. O Diário avaliou a versão a gasolina, com motor V6 4.0 que desenvolve 266 cavalos de potência a 5.600 rpm e torque de 39,3 mkgf a 4.000 rpm. O modelo é vendido por a partir de R$ 200.000.

Seu desempenho agrada. O motor é forte e propicia boas saídas e retomadas. A dirigibilidade é boa e o utilitário é fácil de conduzir e também de manobrar. Outro ponto positivo é a visibilidade, tanto na traseira como nas laterais, já que os retrovisores externos são generosos. O direito abaixa quando a ré é engatada para facilitar a visão do meio fio.

As linhas que serviram de referência para essa geração da Pathfinder foram mostradas pela primeira vez no Salão de Frankfurt de 2003 por meio do conceito Dunehawk. Em janeiro de 2005, o modelo estreou no Salão de Detroit. Embora também seja produzida no Tennessee, nos EUA, a Pathfinder que vem para o Brasil é fabricada em Barcelona, na Espanha. Isso porque, segundo a Nissan, as normas européias de segurança veicular atendem aos requisitos das normas brasileiras. Apenas os modelos com tração 4x4 e câmbio automático estão sendo importados, embora em outros países exista a opção de câmbio manual e de tração 4x2. Tanto o motor a gasolina quanto o a diesel são administrados pela caixa automática de cinco velocidades com seletor para mudanças manuais seqüenciais.

Os modos de tração podem ser selecionados por meio de uma chave giratória no painel. Na posição "2WD", o utilitário roda com tração 4x2 concentrada no eixo traseiro. No modo "Auto", o torque é distribuído aos eixos de acordo com as condições do terreno. Em "High", até 50% do torque pode ser transferido para as rodas dianteiras. No modo "Low", de reduzida, o sistema opera continuamente nas quatro rodas com distribuição eletrônica do torque para a roda com menor aderência. Esse modo é recomendado apenas em baixa velocidade.

Em relação à geração anterior, a Pathfinder cresceu 100 milímetros no comprimento (ficou com 4,74 m), 30 milímetros na largura (1,85 m), 140 mm na altura (1,86 m) e mais 150 mm na distância entre eixos (agora são 2,85 m). As novas dimensões permitiram a instalação de uma terceira fileira de bancos para levar mais dois passageiros. O acesso é feito com o rebatimento dos encostos dos bancos da segunda fileira e o espaço é razoável para quem vai lá atrás. Melhor usá-lo para levar duas crianças.

Com os sete passageiros, a capacidade do porta-malas é de 190 litros. Com os dois bancos rebatidos, sobe para 515 l. Se os bancos da segunda fileira também forem dobrados, a capacidade aumenta para 2.091 l.

Com acabamento interno de couro e plástico, o modelo tem alças nas colunas e estribos para facilitar o acesso ao utilitário, que tem entre os equipamentos rádio-CD player para seis discos, ar-condicionado com saídas independentes para os bancos traseiros, bancos de couro (os dianteiros com regulagens elétricas) e teto solar elétrico.



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