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Netuno entrará com ação na Justiça contra empresa Unghe


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

15/06/2015 | 07:00


A paciência do Água Santa se esgotou. Depois de 57 dias reclamando dos 500 uniformes recebidos com o escudo da equipe errado, o departamento jurídico do clube acionará a empresa Unghe, representante da italiana Erreà no Brasil, na Justiça comum. O objetivo do Netuno é reaver os R$ 33 mil investidos na compra do material, além de fazer com que a firma retire as peças do local onde estão estocadas. Também haverá ação por indenização por danos morais.

Após conversa com a Unghe, o presidente do Água Santa, Paulo Sirqueira, havia dado até semana passada para a empresa explicar o erro e dar uma solução para o caso. “Esgotou a paciência porque eles pediram o prazo e nós demos. Mas venceu na semana passada. Percebemos que, se quisessem ter resolvido (o problema), já teriam força de vontade para resolver”, reclamou.

“Vamos entrar na Justiça comum para pedir indenização por danos morais pelo transtorno que isso tudo causou. Não fizeram absolutamente nada. Eles achando que não vamos tomar as medidas cabíveis. Além disso, vamos conversar com a Erreà da Itália para eles terem noção do que estão fazendo aqui no Brasil”, afirmou o diretor do departamento jurídico do Netuno, Paulo Longobardo.

O Diário procurou João Zappolli, diretor geral da Unghe, mas foi informado de que ele estava em viagem e só retornaria amanhã para comentar o caso.



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Netuno entrará com ação na Justiça contra empresa Unghe

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

15/06/2015 | 07:00


A paciência do Água Santa se esgotou. Depois de 57 dias reclamando dos 500 uniformes recebidos com o escudo da equipe errado, o departamento jurídico do clube acionará a empresa Unghe, representante da italiana Erreà no Brasil, na Justiça comum. O objetivo do Netuno é reaver os R$ 33 mil investidos na compra do material, além de fazer com que a firma retire as peças do local onde estão estocadas. Também haverá ação por indenização por danos morais.

Após conversa com a Unghe, o presidente do Água Santa, Paulo Sirqueira, havia dado até semana passada para a empresa explicar o erro e dar uma solução para o caso. “Esgotou a paciência porque eles pediram o prazo e nós demos. Mas venceu na semana passada. Percebemos que, se quisessem ter resolvido (o problema), já teriam força de vontade para resolver”, reclamou.

“Vamos entrar na Justiça comum para pedir indenização por danos morais pelo transtorno que isso tudo causou. Não fizeram absolutamente nada. Eles achando que não vamos tomar as medidas cabíveis. Além disso, vamos conversar com a Erreà da Itália para eles terem noção do que estão fazendo aqui no Brasil”, afirmou o diretor do departamento jurídico do Netuno, Paulo Longobardo.

O Diário procurou João Zappolli, diretor geral da Unghe, mas foi informado de que ele estava em viagem e só retornaria amanhã para comentar o caso.

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