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Brasileiras se destacam em seleção com ‘europeias’


Caio dos Reis
Especial para o Diário

15/06/2015 | 07:00


Na vitória por 18 a 12 do Brasil sobre a Noruega pelo Desafio das Campeãs, a armadora esquerda Amanda foi um dos destaques da equipe. Já a ponta direita Célia atuou todo o primeiro tempo e deixou Alexandra, melhor jogadora do mundo em 2013, no banco.

No entanto, Célia e Amanda são exceções no elenco do Brasil. Das 20 atletas convocadas para o Desafio das Campeãs, apenas as duas mais a goleira Jéssica atuam em clubes do handebol nacional. A armadora e a arqueira vestem as cores de Concórdia, de Santa Catarina, enquanto a ponta defende a Metodista, de São Bernardo.

“Acho que atuar na Europa ajuda muito. Mas depende do clube e do país. O calendário europeu favorece o lado técnico e físico das atletas. No Brasil, em janeiro é férias, fevereiro é Carnaval e assim já são dois meses perdidos”, lamentou Morten Soubak.

Com calendário mais enxuto em relação ao europeu, as atletas que atuam no Brasil precisam se preparar além dos treinos. “Aqui nós jogamos menos, então temos que ter algo a mais e treinar por conta. A atleta que quer estar em uma seleção desse nível tem que fazer isso”, explicou a ponta de 33 anos.

Já Amanda abriu mão da profissão de fisioterapeuta para se dedicar aos treinos.

“Atendo um ou outro paciente apenas. Preciso me dedicar exclusivamente ao handebol para me manter nesse nível”, explicou a atleta de 25 anos. 



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Brasileiras se destacam em seleção com ‘europeias’

Caio dos Reis
Especial para o Diário

15/06/2015 | 07:00


Na vitória por 18 a 12 do Brasil sobre a Noruega pelo Desafio das Campeãs, a armadora esquerda Amanda foi um dos destaques da equipe. Já a ponta direita Célia atuou todo o primeiro tempo e deixou Alexandra, melhor jogadora do mundo em 2013, no banco.

No entanto, Célia e Amanda são exceções no elenco do Brasil. Das 20 atletas convocadas para o Desafio das Campeãs, apenas as duas mais a goleira Jéssica atuam em clubes do handebol nacional. A armadora e a arqueira vestem as cores de Concórdia, de Santa Catarina, enquanto a ponta defende a Metodista, de São Bernardo.

“Acho que atuar na Europa ajuda muito. Mas depende do clube e do país. O calendário europeu favorece o lado técnico e físico das atletas. No Brasil, em janeiro é férias, fevereiro é Carnaval e assim já são dois meses perdidos”, lamentou Morten Soubak.

Com calendário mais enxuto em relação ao europeu, as atletas que atuam no Brasil precisam se preparar além dos treinos. “Aqui nós jogamos menos, então temos que ter algo a mais e treinar por conta. A atleta que quer estar em uma seleção desse nível tem que fazer isso”, explicou a ponta de 33 anos.

Já Amanda abriu mão da profissão de fisioterapeuta para se dedicar aos treinos.

“Atendo um ou outro paciente apenas. Preciso me dedicar exclusivamente ao handebol para me manter nesse nível”, explicou a atleta de 25 anos. 

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