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Tatuadora ganha reality show


Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

17/06/2008 | 07:04


Depois de se desentender com a equipe na segunda temporada do programa Miami Ink, a estilosa tatuadora Kat Von D retorna com seu próprio estúdio - e respectivo reality show - o Los Angeles Ink. O programa bateu a marca dos 2,8 milhões de telespectadores na primeira exibição nos Estados Unidos e estréia hoje, às 20h, como menina-dos-olhos da nova programação do canal pago People + Arts.

O High Voltage Tattoos é a concretização do sonho de Katherine Von Drachenberg, 26 anos, de ter seu próprio estúdio na Califórnia, onde foi criada (filha de pais argentinos, nasceu em Monterrey, no México). A particularidade do estabelecimento é a predominância feminina. Dos quatro tatuadores, três, incluindo a proprietária, são mulheres. Pixie Acia, amiga de Kat e garota-propaganda perfeita do negócio, é a administradora do salão.

A estrela do programa tatua profissionalmente há dez anos e é perita em retratos de pessoas e paisagens em preto e cinza. Já tatuou vários famosos, como alguns integrantes do Jackass e o baterista do Misfits, banda a qual homenageou aos 14 anos em sua primeira ‘arte corporal', feita por um amigo.

O clube da Luluzinha tatuada é completado por Hannah Aitchison e Kim Saigh, mais experientes e especialistas, respectivamente, no traço das pin-ups e imagens com movimento.

O único homem da turma é Corey Miller, espécie de mentor de Kat, já que faz retratos há mais de 25 anos. Seu diferencial é que, em lugar de estêncil, Miller desenha sobre a pele dos clientes.

O primeiro episódio mostra Kat correndo. Tem de tocar as obras do estabelecimento e convencer os três veteranos a juntar-se a ela em Hollywood: as moças trabalham em Chicago e Miller também em Los Angeles, mas hesita em largar o ponto. Os ‘personagens' são bem apresentados e, como na edição precursora, na Flórida, os clientes contam suas histórias.

Draminha também não falta: as obras estão atrasadas e Hannah e Kim estão prontas para começar a trabalhar. Como ficou evidente em Miami Ink, Kat pode até ser metaleira (suas estrelinhas nas têmporas foram inspiradas em Starry Eyes, música do Mötley Crüe), mas não consegue ser durona como o visual sugere, mesmo que seja para brigar com o empreiteiro enrolão.



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Tatuadora ganha reality show

Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

17/06/2008 | 07:04


Depois de se desentender com a equipe na segunda temporada do programa Miami Ink, a estilosa tatuadora Kat Von D retorna com seu próprio estúdio - e respectivo reality show - o Los Angeles Ink. O programa bateu a marca dos 2,8 milhões de telespectadores na primeira exibição nos Estados Unidos e estréia hoje, às 20h, como menina-dos-olhos da nova programação do canal pago People + Arts.

O High Voltage Tattoos é a concretização do sonho de Katherine Von Drachenberg, 26 anos, de ter seu próprio estúdio na Califórnia, onde foi criada (filha de pais argentinos, nasceu em Monterrey, no México). A particularidade do estabelecimento é a predominância feminina. Dos quatro tatuadores, três, incluindo a proprietária, são mulheres. Pixie Acia, amiga de Kat e garota-propaganda perfeita do negócio, é a administradora do salão.

A estrela do programa tatua profissionalmente há dez anos e é perita em retratos de pessoas e paisagens em preto e cinza. Já tatuou vários famosos, como alguns integrantes do Jackass e o baterista do Misfits, banda a qual homenageou aos 14 anos em sua primeira ‘arte corporal', feita por um amigo.

O clube da Luluzinha tatuada é completado por Hannah Aitchison e Kim Saigh, mais experientes e especialistas, respectivamente, no traço das pin-ups e imagens com movimento.

O único homem da turma é Corey Miller, espécie de mentor de Kat, já que faz retratos há mais de 25 anos. Seu diferencial é que, em lugar de estêncil, Miller desenha sobre a pele dos clientes.

O primeiro episódio mostra Kat correndo. Tem de tocar as obras do estabelecimento e convencer os três veteranos a juntar-se a ela em Hollywood: as moças trabalham em Chicago e Miller também em Los Angeles, mas hesita em largar o ponto. Os ‘personagens' são bem apresentados e, como na edição precursora, na Flórida, os clientes contam suas histórias.

Draminha também não falta: as obras estão atrasadas e Hannah e Kim estão prontas para começar a trabalhar. Como ficou evidente em Miami Ink, Kat pode até ser metaleira (suas estrelinhas nas têmporas foram inspiradas em Starry Eyes, música do Mötley Crüe), mas não consegue ser durona como o visual sugere, mesmo que seja para brigar com o empreiteiro enrolão.

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