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CPI da Tecnisa colhe oitiva de ex-secretário de Reali

Nakamura deu versão sobre irregularidade em empreendimento no bairro Piraporinha


Caio dos Reis
Especial para o Diário

11/06/2015 | 07:00


Instaurada há quase dois meses na Câmara de Diadema, a CPI da Tecnisa teve apenas o segundo depoimento colhido nesta semana. O ex-secretário de Habitação Milton Nakamura, da gestão Mario Reali (PT), foi ouvido pela comissão que investiga supostas irregularidades na construção de prédio no bairro Piraporinha. Após os depoimentos de Nakamura e do atual chefe da Pasta de Habitação, Eduardo Monteiro, os integrantes da comissão visitaram o local ontem.

De acordo com o presidente da CPI, Josa Queiroz (PT), a visita foi feita para esclarecimentos de dúvidas. “Nós ouvimos os secretários e surgiram dúvidas, por isso resolvemos realizar essa vistoria, que serviu para averiguar tudo que foi dito por eles nos depoimentos”, relatou Josa, que esteve na vistoria, que teve duração de uma hora e meia ao lado de outros integrantes da comissão – apenas Ricardo Yoshio (PRB) não compareceu.

A estratégia de não revelar os passos as investigações e assuntos debatidos durante os depoimentos foi mantida. “Não dá para adiantar nada. Qualquer declaração que algum integrante da comissão der neste momento acaba desqualificando a acareação. Sem contar que podem estar inclusos opinião pessoal e pré-julgamento, que também não são adequados para o momento”, explicou Josa.

Os próximos depoimentos estão marcados para amanhã. O Comdema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) e a Tecnisa serão ouvidos. “A expectativa é receber os representantes já na sexta-feira. Encaminhamos o pedido para os dois”, afirmou Josa.

Além dos depoimentos, documentações também foram solicitadas pela CPI. Terão de ser apresentados o Plano Diretor aprovado ainda na gestão Reali, legislação ignorada e todo processo burocrático do empreendimento – desde o pedido formal de alvará até licenças ambientais.

Em abril, o Diário publicou que o empreendimento imobiliário estava irregular, segundo o Comdema, que revelou ausência de documentos. 



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