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Banco Votorantim quer filão das médias empresas da região

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

25/06/2008 | 07:20


O Banco Votorantim quer abocanhar o filão das contas de empresas de médio porte (de R$ 20 milhões a R$ 200 milhões de faturamento anual) do Grande ABC. Para isso, a divisão Banco Votorantim Empresas acaba de abrir um escritório em São Bernardo para se dedicar exclusivamente a clientes do segmento nos sete municípios e na Baixada Santista.

A meta da instituição financeira é que essa unidade alcance em até dois anos algo em torno de R$ 400 milhões em operações de crédito e pelo menos 120 clientes ativos.

O banco já atuava na região, mas de maneira mais tímida, a partir do escritório (ou plataforma, conforme o jargão do banco) da Capital. Por conta disso, atualmente, a nova unidade já conta com pouco mais de R$ 100 milhões e 61 clientes.

O plano é ambicioso já que a melhor plataforma (da cidade de São Paulo) tem carteira de cerca de R$ 250 milhões em empréstimos.

Segundo o diretor da divisão, Carlos Montone, existe um grande potencial a ser explorado, por vários fatores, entre os quais a grande quantidade de empresas dos mais diversos ramos no Grande ABC (junto com a Baixada) e uma renda per capita (por habitante) elevada, que giraria em R$ 22 mil ao ano. Estima-se que haja nessas cidades mais de 700 mil companhias (de todos os portes), das quais 1,5% delas estariam no perfil que o banco procura.

Com a nova unidade, o executivo avalia que será mais fácil crescer nos sete municípios, porque o banco vai estar mais próxima dos empresários locais. "E todos os gerentes (da filial) são da região", destacou. A estrutura do escritório compreende inicialmente um gerente de plataforma, seis gerentes de conta e dois assistentes.

NA PONTA - Criada há apenas três anos, a divisão do banco voltada a atender as médias empresas quer se tornar até 2012 uma das líderes no País, chegando a 10% de participação nesse mercado - que atualmente calcula-se que movimenta R$ 100 bilhões.

Hoje a instituição atua nessa área com 16 escritórios nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, com uma carteira de 1.000 clientes e R$ 1,5 bilhão em operações de crédito. A meta é atingir em quatro anos pelo menos R$ 10 bilhões.

A estratégia para atingir esses objetivos inclui ampliar a base de atendimento - até o final deste ano abrirá filiais em Contagem (MG), Caxias do Sul (RS), Blumenau (SC) e Recife (PE) - e manter uma política de atuação baseada em um relacionamento bem próximo aos clientes.

O relacionamento, por sinal, é uma das palavras de ordem dessa divisão do banco, que destina um gerente para cuidar da conta de no máximo 20 empresas.



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