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Venda de sorvete crescerá 15% no ano

Andréa Iseki/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Alexandre Melo
Do Diário do Grande ABC

31/08/2010 | 07:02


Ainda é inverno, mas as fabricantes de sorvete já planejam a produção para o verão, que começará em meados de setembro, com a expectativa de aquecimento de 15% nas vendas. Fora o calor da estação, as classes C e D serão os principais motores do setor.

Na região, a tradicional Bariloche Sorvetes, de São Bernardo, calcula que produzirá 1.150 tonelada neste ano, volume 15% maior do que no ano passado. "O mercado está avançando nos últimos quatro anos, por isso vamos aumentar o estoque de matéria-prima", diz o gerente-geral da fabricante Carlos Morena.

A estratégia será lançar produtos com valor agregado maior na temporada, uma vez que o consumidor está se permitindo, cada vez mais, pequenas indulgências. As novidades estarão disponíveis em 350 lojas a partir de novembro.

Na concorrente Padaria Brasileira, que entrou no segmento há quase dois anos, a ideia é ampliar a participação do negócio no faturamento da empresa. Além dos oito sabores comercializados serão lançados mais quatro para o verão. O sócio da rede formada por 11 unidades, Antonio Henrique Afonso Junior, acredita que os novos sabores serão vendidos a partir de novembro.

"Estamos aumentando o estoque de insumos para produzir 32 toneladas, 30% a mais em relação ao ano passado", diz o empresário de Santo André.

REFORÇO
A paulista Jundiá, cuja unidade fabril está localizada em Jundiaí, interior paulista, prepara para os próximos meses a chegada aos Estados de Minas Gerais e Paraná. Presente até o momento no Rio de Janeiro e São Paulo, a marca está presente em 18 mil pontos de venda.

De acordo com a gerente de marketing Thaíne Cal, a produção crescerá 20% neste ano em relação a 2009. Fora os 80 sabores divididos em dez linhas de produtos, a Jundiá colocará no mercado em breve mais novidades.

LIDERANÇA
Posicionada entre as líderes da indústria de sorvetes, a Kibon já colocou algumas novidades no mercado ontem. A empresa crê que o mercado crescerá neste ano, impulsionado em especial pela classe C, mas não divulga suas projeções de vendas.

 

Preços podem aumentar devido os insumos

Alexandre Melo

Açúcar, soja e milho com preços em alta no mercado internacional poderão aumentar o preço dos sorvetes neste fim de ano em 7%. As commodities, como são conhecidas essas matérias-primas estão com forte demanda no mundo e como consequência, suas cotações no mercado estão mais caras.

O gerente geral da Bariloche Sorvetes Carlos Morena afirma que apenas o açúcar ficou 30% mais caro no mês passado. "A embalagem de papel também sofreu acréscimo, por isso fizemos pedidos antecipados." Ele estima que o repasse não deverá atingir a casa dos dois dígitos, ou seja, maior que 10%.

MARGEM
Na Jundiá, presente em mais de 18 mil pontos de venda no eixo Rio-São Paulo, o último reajuste de preço aconteceu em maio. A gerente de marketing Thaíne Cal comenta que a fabricantes está se adequando aos custos mais elevados "para que neste primeiro momento não aumente os preços".

Por enquanto, a marca que entrou recentemente no setor de franquias com a Casa do Sorvete Jundiá, opera com margem de lucro menor. Para o sócio da rede Padaria Brasileira ainda não existem sinais de que as commodities estão aumentando.

"Não existe expectativa de aumento de preço. Trabalhamos com uma margem que evita subir os preços a toda hora", pondera o sócio da panificadora Antonio Henrique Afonso Junior. Ele acrescenta que muitos dos insumos comprados pela rede são importados, e com o dólar estável, os preços seguem esta tendência,

Com o bom desempenho do novo negócio, que ainda não completou dois anos, Afonso quer expandir o serviço de sorveteria para as sete unidades franqueadas da empresa, inclusive para aquelas instaladas em centros de compras, como no Metrópole, em São Bernardo. "A única questão é que nos shoppings o valor do contrato sofre alteração."



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Venda de sorvete crescerá 15% no ano

Alexandre Melo
Do Diário do Grande ABC

31/08/2010 | 07:02


Ainda é inverno, mas as fabricantes de sorvete já planejam a produção para o verão, que começará em meados de setembro, com a expectativa de aquecimento de 15% nas vendas. Fora o calor da estação, as classes C e D serão os principais motores do setor.

Na região, a tradicional Bariloche Sorvetes, de São Bernardo, calcula que produzirá 1.150 tonelada neste ano, volume 15% maior do que no ano passado. "O mercado está avançando nos últimos quatro anos, por isso vamos aumentar o estoque de matéria-prima", diz o gerente-geral da fabricante Carlos Morena.

A estratégia será lançar produtos com valor agregado maior na temporada, uma vez que o consumidor está se permitindo, cada vez mais, pequenas indulgências. As novidades estarão disponíveis em 350 lojas a partir de novembro.

Na concorrente Padaria Brasileira, que entrou no segmento há quase dois anos, a ideia é ampliar a participação do negócio no faturamento da empresa. Além dos oito sabores comercializados serão lançados mais quatro para o verão. O sócio da rede formada por 11 unidades, Antonio Henrique Afonso Junior, acredita que os novos sabores serão vendidos a partir de novembro.

"Estamos aumentando o estoque de insumos para produzir 32 toneladas, 30% a mais em relação ao ano passado", diz o empresário de Santo André.

REFORÇO
A paulista Jundiá, cuja unidade fabril está localizada em Jundiaí, interior paulista, prepara para os próximos meses a chegada aos Estados de Minas Gerais e Paraná. Presente até o momento no Rio de Janeiro e São Paulo, a marca está presente em 18 mil pontos de venda.

De acordo com a gerente de marketing Thaíne Cal, a produção crescerá 20% neste ano em relação a 2009. Fora os 80 sabores divididos em dez linhas de produtos, a Jundiá colocará no mercado em breve mais novidades.

LIDERANÇA
Posicionada entre as líderes da indústria de sorvetes, a Kibon já colocou algumas novidades no mercado ontem. A empresa crê que o mercado crescerá neste ano, impulsionado em especial pela classe C, mas não divulga suas projeções de vendas.

 

Preços podem aumentar devido os insumos

Alexandre Melo

Açúcar, soja e milho com preços em alta no mercado internacional poderão aumentar o preço dos sorvetes neste fim de ano em 7%. As commodities, como são conhecidas essas matérias-primas estão com forte demanda no mundo e como consequência, suas cotações no mercado estão mais caras.

O gerente geral da Bariloche Sorvetes Carlos Morena afirma que apenas o açúcar ficou 30% mais caro no mês passado. "A embalagem de papel também sofreu acréscimo, por isso fizemos pedidos antecipados." Ele estima que o repasse não deverá atingir a casa dos dois dígitos, ou seja, maior que 10%.

MARGEM
Na Jundiá, presente em mais de 18 mil pontos de venda no eixo Rio-São Paulo, o último reajuste de preço aconteceu em maio. A gerente de marketing Thaíne Cal comenta que a fabricantes está se adequando aos custos mais elevados "para que neste primeiro momento não aumente os preços".

Por enquanto, a marca que entrou recentemente no setor de franquias com a Casa do Sorvete Jundiá, opera com margem de lucro menor. Para o sócio da rede Padaria Brasileira ainda não existem sinais de que as commodities estão aumentando.

"Não existe expectativa de aumento de preço. Trabalhamos com uma margem que evita subir os preços a toda hora", pondera o sócio da panificadora Antonio Henrique Afonso Junior. Ele acrescenta que muitos dos insumos comprados pela rede são importados, e com o dólar estável, os preços seguem esta tendência,

Com o bom desempenho do novo negócio, que ainda não completou dois anos, Afonso quer expandir o serviço de sorveteria para as sete unidades franqueadas da empresa, inclusive para aquelas instaladas em centros de compras, como no Metrópole, em São Bernardo. "A única questão é que nos shoppings o valor do contrato sofre alteração."

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