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Igreja pede libertação de 35 crianças reféns em Angola


Das Agências

28/05/2001 | 11:45


A Igreja Católica pediu a libertação, nesta segunda-feira, de 35 crianças feitas reféns no ataque da União Nacional pela Independência Total de Angola (Unita) no dia 5 de maio a Caxito, cidade que fica a 60 km da capital do país.

O desaparecimento das crianças que viviam na cidade foi notificado na mesma data, informaram autoridades da paróquia numa declaração veiculada pela rádio católica Ecclesia.

Autoridades da igrejas também confirmaram que outros 60 órfãos raptados durante o mesmo ataque foram libertados pela Unita em Ambaca, a 200 km de Luanda. Entretanto, as tropas dos governos levaram à força os reféns deixados sob a guarda de missionários da igreja.

O Exército angolano, por sua vez, afirma que as 60 crianças foram recuperadas numa operação realizada sexta-feira, na qual os rebeldes da Unita foram cercados em Ambaca.

Kamwenho criticou as Forças Armadas de Angola (FAA) por terem levado brutalmente as crianças horas depois da sua libertação.

Em um informe da Unita, o grupo confirmou que as crianças foram entregues a uma missão católica em Ambaca, de onde foram levadas à força pela FAA.

Os militares levaram as crianças a Uije, antes de voarem 250 km até Luanda num avião do Exército. O organização humanitária Ajuda do Povo para os Povos (ADPP), que tem um orfanato em Caxito, confirmou a chegada de 60 órfãos em Luanda.

Os ataques rebeldes se intensificaram nos últimos meses em Angola, uma antiga colônia portuguesa tomada pela guerra civil desde sua independência em 1975.



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