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Comida certa na hora do recreio

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Opções como frutas e salgadinhos podem encontrar espaço dentro de uma alimentação saudável


Bruna Almeida
Especial para o Diário

17/05/2015 | 07:10


A hora do lanche é feita entre os intervalos das refeições principais. Na escola, o recreio é importante para a socialização dos alunos, mas também é momento de se alimentar e merece atenção especial. Mas, com a correria do dia a dia, algumas pessoas deixam de lado a preocupação com a qualidade do alimento e escolhem comidas industrializadas.

Kauâ Silva de Oliveira, 10 anos, de São Caetano, gosta de levar bolacha, salgadinho e refrigerante para comer na escola. “Sei que é importante comer coisas saudáveis, mas gosto de guloseimas”, afirma o garoto, que diz optar por frutas só às vezes. “Ainda não me preocupo muito em deixar de comer certas coisas”. O colega Lucas Felipe Castro Santana, 10 anos, não é muito diferente, mas ele tenta respeitar certas regras feitas em casa. “Minha mãe diz para eu não comer muita besteira antes do almoço e da janta.”

No colégio Villare, em São Caetano, os alunos não precisam levar lanche. Eles comem no local um cardápio determinado por nutricionista (médico que cuida da alimentação) e, um dia ao mês, são liberados para montar sua própria refeição em casa. Os alunos do 3º ano tentam conscientizar os amigos com dicas do que é bom ou não ter nas opções na lancheira ou na mochila. 

Para Valentina Leandrini Bianchim, 7 anos, um bom modo de alertar as crianças da importância de uma alimentação saudável é por meio de bilhetes, cartazes e sugestões. “Eu não tomo refrigerante. Acredito que, se outras pessoas criassem esse costume, seria bom. As pessoas precisam de informações certas”, destacou. Fernando Castheliano Leite, 8 anos, acha a iniciativa essencial. “Quando nos alimentamos bem ficamos mais fortes e evitamos doenças”, afirmou.

Davi Massaro Rubio, 8 anos, acha que é importante comer de tudo um pouco. “Precisamos de energia. A gente tem que ter um pouco de cada nutriente no corpo”, disse. Bárbara Beatriz Millani, 8 anos, tem um jeito próprio de se alimentar bem de maneira agradável. “Escolho o que eu gosto entre as comidas que fazem bem. É divertido.”

Dica é não cometer exageros entre as refeições

Refeições adequadas devem conter todos os alimentos da pirâmide alimentar. Portanto, cereais, raízes, legumes, gorduras saudáveis, proteínas animais (como carnes e peixes) e vegetais (casos de feijão e lentilha) são ótimas opções para um bom cardápio.

Não precisa ser muito radical e deixar de comer para sempre bolachas recheadas e salgadinhos. A dica é não esquecer de outros alimentos que são muito importantes para garantir o bem-estar. Na hora do recreio, o adequado é optar por frutas e barrinhas de cereal, entre outros alimentos leves, que não comprometam o apetite ao longo do dia.

Júlia Quaquarini Silva, 6 anos, de Santo André, curte variar o cardápio. “Levo suco, iogurte, pão de fôrma e outras coisas gostosas. Adoro comer de tudo.”

O correto é que tenhamos de cinco a seis refeições por dia, sendo elas o café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e o jantar. O intervalo recomendado é de três a quatros horas.

Má alimentação pode ser perigosa

Comer demais, principalmente os alimentos considerados inadequados para uma alimentação balanceada, pode causar excesso de peso e obesidade. Isso pode começar na infância e ser levado para toda a vida, além de desencadear uma série de problemas de saúde mais complicados ao longo dos anos.

Relacionada à obesidade, a pessoa pode desenvolver diabetes tipo dois (nível alto de açúcar no sangue e insuficiência relativa de insulina), hipertensão arterial (alto nível de pressão sanguínea nas artérias) e alteração de gorduras sanguíneas, como colesterol (composto químico da família do álcool, essencial à vida) e triglicérides (principais gorduras do organismo). Tais complicações podem causar infartos (consequência da falta de oxigenação de um órgão ou parte dele) ou derrames cerebrais (perda rápida de função neurológica, por entupimento ou rompimento de vasos sanguíneos cerebrais).

Além dessas doenças, a má alimentação pode ocasionar a falta de ferro, responsável por gerar anemia e deficiência do desenvolvimento cerebral e intelectual quando ausente no início da vida. Outro problema é a falta de cálcio, causadora da osteoporose (doença que enfraquece os ossos).



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Comida certa na hora do recreio

Opções como frutas e salgadinhos podem encontrar espaço dentro de uma alimentação saudável

Bruna Almeida
Especial para o Diário

17/05/2015 | 07:10


A hora do lanche é feita entre os intervalos das refeições principais. Na escola, o recreio é importante para a socialização dos alunos, mas também é momento de se alimentar e merece atenção especial. Mas, com a correria do dia a dia, algumas pessoas deixam de lado a preocupação com a qualidade do alimento e escolhem comidas industrializadas.

Kauâ Silva de Oliveira, 10 anos, de São Caetano, gosta de levar bolacha, salgadinho e refrigerante para comer na escola. “Sei que é importante comer coisas saudáveis, mas gosto de guloseimas”, afirma o garoto, que diz optar por frutas só às vezes. “Ainda não me preocupo muito em deixar de comer certas coisas”. O colega Lucas Felipe Castro Santana, 10 anos, não é muito diferente, mas ele tenta respeitar certas regras feitas em casa. “Minha mãe diz para eu não comer muita besteira antes do almoço e da janta.”

No colégio Villare, em São Caetano, os alunos não precisam levar lanche. Eles comem no local um cardápio determinado por nutricionista (médico que cuida da alimentação) e, um dia ao mês, são liberados para montar sua própria refeição em casa. Os alunos do 3º ano tentam conscientizar os amigos com dicas do que é bom ou não ter nas opções na lancheira ou na mochila. 

Para Valentina Leandrini Bianchim, 7 anos, um bom modo de alertar as crianças da importância de uma alimentação saudável é por meio de bilhetes, cartazes e sugestões. “Eu não tomo refrigerante. Acredito que, se outras pessoas criassem esse costume, seria bom. As pessoas precisam de informações certas”, destacou. Fernando Castheliano Leite, 8 anos, acha a iniciativa essencial. “Quando nos alimentamos bem ficamos mais fortes e evitamos doenças”, afirmou.

Davi Massaro Rubio, 8 anos, acha que é importante comer de tudo um pouco. “Precisamos de energia. A gente tem que ter um pouco de cada nutriente no corpo”, disse. Bárbara Beatriz Millani, 8 anos, tem um jeito próprio de se alimentar bem de maneira agradável. “Escolho o que eu gosto entre as comidas que fazem bem. É divertido.”

Dica é não cometer exageros entre as refeições

Refeições adequadas devem conter todos os alimentos da pirâmide alimentar. Portanto, cereais, raízes, legumes, gorduras saudáveis, proteínas animais (como carnes e peixes) e vegetais (casos de feijão e lentilha) são ótimas opções para um bom cardápio.

Não precisa ser muito radical e deixar de comer para sempre bolachas recheadas e salgadinhos. A dica é não esquecer de outros alimentos que são muito importantes para garantir o bem-estar. Na hora do recreio, o adequado é optar por frutas e barrinhas de cereal, entre outros alimentos leves, que não comprometam o apetite ao longo do dia.

Júlia Quaquarini Silva, 6 anos, de Santo André, curte variar o cardápio. “Levo suco, iogurte, pão de fôrma e outras coisas gostosas. Adoro comer de tudo.”

O correto é que tenhamos de cinco a seis refeições por dia, sendo elas o café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e o jantar. O intervalo recomendado é de três a quatros horas.

Má alimentação pode ser perigosa

Comer demais, principalmente os alimentos considerados inadequados para uma alimentação balanceada, pode causar excesso de peso e obesidade. Isso pode começar na infância e ser levado para toda a vida, além de desencadear uma série de problemas de saúde mais complicados ao longo dos anos.

Relacionada à obesidade, a pessoa pode desenvolver diabetes tipo dois (nível alto de açúcar no sangue e insuficiência relativa de insulina), hipertensão arterial (alto nível de pressão sanguínea nas artérias) e alteração de gorduras sanguíneas, como colesterol (composto químico da família do álcool, essencial à vida) e triglicérides (principais gorduras do organismo). Tais complicações podem causar infartos (consequência da falta de oxigenação de um órgão ou parte dele) ou derrames cerebrais (perda rápida de função neurológica, por entupimento ou rompimento de vasos sanguíneos cerebrais).

Além dessas doenças, a má alimentação pode ocasionar a falta de ferro, responsável por gerar anemia e deficiência do desenvolvimento cerebral e intelectual quando ausente no início da vida. Outro problema é a falta de cálcio, causadora da osteoporose (doença que enfraquece os ossos).

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