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Salles se diz politicamente no PPS, mas TSE cita PDT

Anderson Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pré-candidato de Sto.André alega que questão é técnica e mudança constará em nova listagem


Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

09/05/2015 | 07:00


Embora o pré-candidato ao Paço de Santo André na eleição de 2016 Raimundo Salles se coloque politicamente no PPS, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ainda o considera como filiado ao PDT, partido pelo qual postulou o cargo de prefeito no pleito de 2012. Para a Justiça, a certidão de filiação do advogado aparece regular dentro da ala pedetista – com data desde julho de 2011 –, apesar de ter assinado ficha de ingresso no PPS em dezembro. Em meio ao caso, o ex-prefeiturável está em saia justa diante da iminente fusão entre PPS e PSB, que já sinalizaram interesse na junção.

Salles afirmou que a questão “é meramente técnica” devido aos termos de atualização burocrática e que mudança deve constar em nova listagem, possivelmente a partir do mês que vem. “Vou entrar na próxima remessa enviada à Justiça Eleitoral. São dois estágios de atualização: 30 de abril e 30 de outubro. Estou apenas burocraticamente citado no PDT, no qual pedi afastamento internamente, já está definido, mas politicamente já integro o PPS, inclusive na presidência”, sustentou. Por outro lado, ele admitiu que assinou anteontem prestação de contas do exercício de 2014. “Não dei baixa antes por conta disso.”

O advogado reiterou ontem que caso a fusão seja homologada “não tem motivo” para se manter no PPS e brigar com o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB) pela cabeça da chapa majoritária na ‘nova legenda’. Segundo Salles, de qualquer forma, “não ficaria no PDT”. “Iria para outra sigla caso isso (união) aconteça, pois sou candidato (na sucessão de Carlos Grana, PT), porém, acredito que é improvável. Caso se efetive, ficarei surpreso”, disse, ao acrescentar que tem reunião marcada nos próximos dias com o deputado federal e presidente estadual do PPS, Alex Manente.

Alex evitou comentar a situação “antes de conversar” com Salles, minimizando o caso de o pré-candidato não constar nas fileiras populares-socialistas – a filiação do advogado foi anunciada com objetivo de voo solo pelo PPS. “Somente não foi passado para o TSE. Os partidos têm período para encaminhar a lista”. Sobre a insatisfação do colega, o parlamentar justificou que “não teve oportunidade até o momento” de tratar da fusão, considerada, para ele, como “fato consumado”, aguardando apenas a oficialização. “Vou tratar com ele desses desdobramentos.”  



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Salles se diz politicamente no PPS, mas TSE cita PDT

Pré-candidato de Sto.André alega que questão é técnica e mudança constará em nova listagem

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

09/05/2015 | 07:00


Embora o pré-candidato ao Paço de Santo André na eleição de 2016 Raimundo Salles se coloque politicamente no PPS, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ainda o considera como filiado ao PDT, partido pelo qual postulou o cargo de prefeito no pleito de 2012. Para a Justiça, a certidão de filiação do advogado aparece regular dentro da ala pedetista – com data desde julho de 2011 –, apesar de ter assinado ficha de ingresso no PPS em dezembro. Em meio ao caso, o ex-prefeiturável está em saia justa diante da iminente fusão entre PPS e PSB, que já sinalizaram interesse na junção.

Salles afirmou que a questão “é meramente técnica” devido aos termos de atualização burocrática e que mudança deve constar em nova listagem, possivelmente a partir do mês que vem. “Vou entrar na próxima remessa enviada à Justiça Eleitoral. São dois estágios de atualização: 30 de abril e 30 de outubro. Estou apenas burocraticamente citado no PDT, no qual pedi afastamento internamente, já está definido, mas politicamente já integro o PPS, inclusive na presidência”, sustentou. Por outro lado, ele admitiu que assinou anteontem prestação de contas do exercício de 2014. “Não dei baixa antes por conta disso.”

O advogado reiterou ontem que caso a fusão seja homologada “não tem motivo” para se manter no PPS e brigar com o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB) pela cabeça da chapa majoritária na ‘nova legenda’. Segundo Salles, de qualquer forma, “não ficaria no PDT”. “Iria para outra sigla caso isso (união) aconteça, pois sou candidato (na sucessão de Carlos Grana, PT), porém, acredito que é improvável. Caso se efetive, ficarei surpreso”, disse, ao acrescentar que tem reunião marcada nos próximos dias com o deputado federal e presidente estadual do PPS, Alex Manente.

Alex evitou comentar a situação “antes de conversar” com Salles, minimizando o caso de o pré-candidato não constar nas fileiras populares-socialistas – a filiação do advogado foi anunciada com objetivo de voo solo pelo PPS. “Somente não foi passado para o TSE. Os partidos têm período para encaminhar a lista”. Sobre a insatisfação do colega, o parlamentar justificou que “não teve oportunidade até o momento” de tratar da fusão, considerada, para ele, como “fato consumado”, aguardando apenas a oficialização. “Vou tratar com ele desses desdobramentos.”  

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