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Mauá licita plano de remoção na área do Chafic e Macuco

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Urbanizações na região do Jardim Zaíra tem recurso de R$ 79 milhões do PAC em xeque


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

09/05/2015 | 07:00


O Paço de Mauá lançou edital para contratar projeto de remoção de famílias da área do Chafic e Macuco, situada no Jardim Zaíra, que tem valor estipulado em R$ 781 mil. Esse é o primeiro passo para iniciar os trabalhos de urbanização do local, que tem o aporte de R$ 79 milhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no governo federal.

Nesta primeira etapa, denominada trabalho social, a vencedora do certame terá de cadastrar as mais de 30 mil famílias que residem no local na intenção de mapear as residências que serão destruídas para construção de vias, praças e contenção de encostas e as que terão a regularização fundiária.

“Esse trabalho vai dar início ao projeto de urbanização do Chafic e do Macuco. A remoção deve atingir mais de 4.000 famílias, mas esse trabalho vai definir o número exato. Essas pessoas serão encaminhadas a conjuntos habitacionais que serão construídos pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida. No Jardim Oratório, por exemplo, teremos 800 unidades de moradia e 120 delas vão atender estas remoções”, explicou o secretário de Habitação, Luiz Alfredo dos Santos Simão (PSB).

O projeto foi formatado ainda na gestão de Oswaldo Dias (PT) e confirmado pela União em agosto de 2013, já no governo atual de Donisete Braga (PT). A previsão inicial para início das obras era o primeiro semestre de 2014, depois o Paço estipulou dezembro para dar o pontapé inicial à proposta, mas o prazo foi novamente adiado. “É um projeto antigo, ainda não podemos definir datas, mas ele será concluído”, afiançou Simão.

No sistema da Caixa Econômica Federal, o item consta como não iniciado e aponta falta de documentações e licenças. O recurso foi colocado em xeque pelo decreto 8.407 da presidente Dilma Rousseff (PT), que condiciona o repasse à comprovação de que as prefeituras estão trabalhando nos projetos. 



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Mauá licita plano de remoção na área do Chafic e Macuco

Urbanizações na região do Jardim Zaíra tem recurso de R$ 79 milhões do PAC em xeque

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

09/05/2015 | 07:00


O Paço de Mauá lançou edital para contratar projeto de remoção de famílias da área do Chafic e Macuco, situada no Jardim Zaíra, que tem valor estipulado em R$ 781 mil. Esse é o primeiro passo para iniciar os trabalhos de urbanização do local, que tem o aporte de R$ 79 milhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no governo federal.

Nesta primeira etapa, denominada trabalho social, a vencedora do certame terá de cadastrar as mais de 30 mil famílias que residem no local na intenção de mapear as residências que serão destruídas para construção de vias, praças e contenção de encostas e as que terão a regularização fundiária.

“Esse trabalho vai dar início ao projeto de urbanização do Chafic e do Macuco. A remoção deve atingir mais de 4.000 famílias, mas esse trabalho vai definir o número exato. Essas pessoas serão encaminhadas a conjuntos habitacionais que serão construídos pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida. No Jardim Oratório, por exemplo, teremos 800 unidades de moradia e 120 delas vão atender estas remoções”, explicou o secretário de Habitação, Luiz Alfredo dos Santos Simão (PSB).

O projeto foi formatado ainda na gestão de Oswaldo Dias (PT) e confirmado pela União em agosto de 2013, já no governo atual de Donisete Braga (PT). A previsão inicial para início das obras era o primeiro semestre de 2014, depois o Paço estipulou dezembro para dar o pontapé inicial à proposta, mas o prazo foi novamente adiado. “É um projeto antigo, ainda não podemos definir datas, mas ele será concluído”, afiançou Simão.

No sistema da Caixa Econômica Federal, o item consta como não iniciado e aponta falta de documentações e licenças. O recurso foi colocado em xeque pelo decreto 8.407 da presidente Dilma Rousseff (PT), que condiciona o repasse à comprovação de que as prefeituras estão trabalhando nos projetos. 

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