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Marinho costura
a desconstrução do G-9

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito recorre a diálogo individualizado para minar bloco de independência no Legislativo


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

26/04/2015 | 07:00


Chefe do Executivo de São Bernardo, Luiz Marinho (PT) quer desconstruir o G-9, ala formada por vereadores que estão na bancada governista, mas que anunciaram independência do comando do PT na Câmara. O grupo foi criado há dez dias depois de vários embates com a bancada petista e o líder do governo no Legislativo, José Ferreira (PT).

O prefeito petista iniciou na semana passada diálogo individual com os parlamentares do bloco a fim de conseguir retorno da composição com o governo, porém, sem obter êxito. Um dos parlamentares convocados foi João Batista (PTB).

Comenta-se nos bastidores que Marinho chegou a cogitar substituição de Zé Ferreira para garantir realinhamento. Contudo, ventila-se que os vereadores têm exigido mais participação no governo e melhor diálogo com o primeiro escalão, principalmente com a secretária de Planejamento e Orçamento Participativo, a primeira-dama Nilza de Oliveira (PT).

A ala é vista com desconfiança dos demais governistas e até mesmo da oposição, que falam em possível balão de ensaio, mesmo após o bloco conseguir emperrar os trabalhos no Legislativo na última sessão, quando abdicou das assinaturas para aprovar discussão de matérias.

Na quarta-feira, o grupo terá novo teste, já que a pauta do Legislativo trará para discussão propostas obrigatórias e de autoria do Executivo. Os parlamentares têm evitado falar oficialmente se a rebeldia irá confrontar de fato Marinho.

“Como é que pode um grupo falar de distanciamento do PT, mas que segue atrelado a um governo petista? Se a vontade é essa, o mais sensato seria o rompimento com a administração. Parece uma busca por valorização”, analisou o oposicionista Marcelo Lima (PPS).

O presidente da Câmara, José Luís Ferrarezi (PT), externou na última sessão “preocupação” quanto à durabilidade do grupo, afirmando que seu trabalho precisa de direcionamento. “Minha função exige saber em quem está de um lado e do outro”. Informações extraoficiais dão conta que Ferrarezi tem buscado reaproximar grupo do governo. 



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Marinho costura
a desconstrução do G-9

Prefeito recorre a diálogo individualizado para minar bloco de independência no Legislativo

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

26/04/2015 | 07:00


Chefe do Executivo de São Bernardo, Luiz Marinho (PT) quer desconstruir o G-9, ala formada por vereadores que estão na bancada governista, mas que anunciaram independência do comando do PT na Câmara. O grupo foi criado há dez dias depois de vários embates com a bancada petista e o líder do governo no Legislativo, José Ferreira (PT).

O prefeito petista iniciou na semana passada diálogo individual com os parlamentares do bloco a fim de conseguir retorno da composição com o governo, porém, sem obter êxito. Um dos parlamentares convocados foi João Batista (PTB).

Comenta-se nos bastidores que Marinho chegou a cogitar substituição de Zé Ferreira para garantir realinhamento. Contudo, ventila-se que os vereadores têm exigido mais participação no governo e melhor diálogo com o primeiro escalão, principalmente com a secretária de Planejamento e Orçamento Participativo, a primeira-dama Nilza de Oliveira (PT).

A ala é vista com desconfiança dos demais governistas e até mesmo da oposição, que falam em possível balão de ensaio, mesmo após o bloco conseguir emperrar os trabalhos no Legislativo na última sessão, quando abdicou das assinaturas para aprovar discussão de matérias.

Na quarta-feira, o grupo terá novo teste, já que a pauta do Legislativo trará para discussão propostas obrigatórias e de autoria do Executivo. Os parlamentares têm evitado falar oficialmente se a rebeldia irá confrontar de fato Marinho.

“Como é que pode um grupo falar de distanciamento do PT, mas que segue atrelado a um governo petista? Se a vontade é essa, o mais sensato seria o rompimento com a administração. Parece uma busca por valorização”, analisou o oposicionista Marcelo Lima (PPS).

O presidente da Câmara, José Luís Ferrarezi (PT), externou na última sessão “preocupação” quanto à durabilidade do grupo, afirmando que seu trabalho precisa de direcionamento. “Minha função exige saber em quem está de um lado e do outro”. Informações extraoficiais dão conta que Ferrarezi tem buscado reaproximar grupo do governo. 

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