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Futuro de um clássico

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Aguardado por fãs do mundo todo, ‘Mortal Kombat X’ eleva o patamar da franquia


Luís Felipe Soares

26/04/2015 | 07:00


 Alguns dos personagens mais emblemáticos dos videogames e seus famosos fatalities tomaram conta do universo gamer neste mês. Lançado oficialmente no dia 16, Mortal Kombat X marca o retorno da popular franquia de luta e a coloca no maior patamar de sua história de mais de 23 anos. O título tem cópias para PC (R$ 129,90, em média) e para os consoles PlayStation 4 (R$ 249,90, em média) e Xbox One (R$ 249,90, em média). Seu lançamento para PlayStation 3 e Xbox 360 está previsto para o meio do ano.

Mortal Kombat estreou em 1992 e chamou a atenção pelos gráficos que mesclavam atores reais filmados com cenários em computação. Logo seu apelo mais visceral, com respingos de sangue e aspectos mais hard core em meio às brigas, o transformou em sucesso. Ao longo dos anos, a série passou por altos e (muitos) baixos a cada continuação ou jogos derivados que apareciam, incluindo uma mudança da falida produtora Midway Games para a atual desenvolvedora NetherRealm Studios.

Muito dos acertos apresentados no reboot Mortal Kombat (2011) continuaram e se tentou arrumar ao máximo os pontos ruins. Parte do investimento está na história, que leva os jogadores a se alternarem entre figuras da velha guarda e personagens novos, casos de Jacqui Briggs (filha de Jax) e Kung Jin (descendente de Kung Lao).

Aproveitando detalhes de Injustice: Gods Among Us, a NetherRealm Studios parece ter encontrado um bom sistema de luta e a interação com o cenário agora faz parte das brigas. Uma das mudanças fica em torno na seleção dos cerca de 20 lutadores, sendo possível escolher entre três estilos de batalha para cada.

“Lutadores já conhecidos se unem a personagens inéditos, o que dá mais personalidade ao novo game. Os gráficos evoluídos, o combate a 60 frames por segundo e, principalmente, a quantidade de coisas para se fazer on-line, com competições entre jogadores, facções duelando para prevalecer em primeiro lugar no ranqueamento mundial, lutas com desenvolvedores, tudo isso dá um charme a mais ao game, além de prolongar sua vida útil”, analisa o jornalista Jefferson Kayo, da PlayTV.

Outro ponto que tem chamado a atenção é a dublagem em português do jogo, que parece dividir o público. A participação especial da cantora Pitty como Cassie Cage (filha de Johnny Cage e Sonya Blade) tem sido o centro da polêmica. Segundo Kayo, “é uma propaganda negativa direta ao jogo. Encareceu o produto que compramos no País. Mas pensando de forma prática, é só deixar o console em inglês e aproveitar as vozes originais”.



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Aguardado por fãs do mundo todo, ‘Mortal Kombat X’ eleva o patamar da franquia

Luís Felipe Soares

26/04/2015 | 07:00


 Alguns dos personagens mais emblemáticos dos videogames e seus famosos fatalities tomaram conta do universo gamer neste mês. Lançado oficialmente no dia 16, Mortal Kombat X marca o retorno da popular franquia de luta e a coloca no maior patamar de sua história de mais de 23 anos. O título tem cópias para PC (R$ 129,90, em média) e para os consoles PlayStation 4 (R$ 249,90, em média) e Xbox One (R$ 249,90, em média). Seu lançamento para PlayStation 3 e Xbox 360 está previsto para o meio do ano.

Mortal Kombat estreou em 1992 e chamou a atenção pelos gráficos que mesclavam atores reais filmados com cenários em computação. Logo seu apelo mais visceral, com respingos de sangue e aspectos mais hard core em meio às brigas, o transformou em sucesso. Ao longo dos anos, a série passou por altos e (muitos) baixos a cada continuação ou jogos derivados que apareciam, incluindo uma mudança da falida produtora Midway Games para a atual desenvolvedora NetherRealm Studios.

Muito dos acertos apresentados no reboot Mortal Kombat (2011) continuaram e se tentou arrumar ao máximo os pontos ruins. Parte do investimento está na história, que leva os jogadores a se alternarem entre figuras da velha guarda e personagens novos, casos de Jacqui Briggs (filha de Jax) e Kung Jin (descendente de Kung Lao).

Aproveitando detalhes de Injustice: Gods Among Us, a NetherRealm Studios parece ter encontrado um bom sistema de luta e a interação com o cenário agora faz parte das brigas. Uma das mudanças fica em torno na seleção dos cerca de 20 lutadores, sendo possível escolher entre três estilos de batalha para cada.

“Lutadores já conhecidos se unem a personagens inéditos, o que dá mais personalidade ao novo game. Os gráficos evoluídos, o combate a 60 frames por segundo e, principalmente, a quantidade de coisas para se fazer on-line, com competições entre jogadores, facções duelando para prevalecer em primeiro lugar no ranqueamento mundial, lutas com desenvolvedores, tudo isso dá um charme a mais ao game, além de prolongar sua vida útil”, analisa o jornalista Jefferson Kayo, da PlayTV.

Outro ponto que tem chamado a atenção é a dublagem em português do jogo, que parece dividir o público. A participação especial da cantora Pitty como Cassie Cage (filha de Johnny Cage e Sonya Blade) tem sido o centro da polêmica. Segundo Kayo, “é uma propaganda negativa direta ao jogo. Encareceu o produto que compramos no País. Mas pensando de forma prática, é só deixar o console em inglês e aproveitar as vozes originais”.

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