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De olho no Paço de Rio Grande, Guerra costura ida ao PMDB

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Atualmente no PV, vereador em quinto mandato ratifica plano de concorrer pelo comando da Prefeitura no ano que vem


Caio dos Reis
Do Diário do Grande ABC

21/04/2015 | 07:00


Depois de confirmar pretensão de concorrer ao Paço de Rio Grande da Serra na sucessão do prefeito Gabriel Maranhão (PSDB), o vereador Edvaldo Guerra (PV) sinalizou que está de malas prontas para ingressar no PMDB a fim de garantir vaga na empreitada. Parlamentar na quinta legislatura, o verde indicou que as negociações estão avançadas e existe “90% de chance de sair pela legenda peemedebista no ano que vem”.

O vereador revelou que se reuniu, recentemente, com a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB), coordenadora da sigla na região, para acertar os detalhes da mudança partidária. “Tive conversas com a Vanessa e as negociações avançaram bem. Acredito que teremos novidades em breve”, adiantou.

Ex-presidente do Legislativo de Rio Grande, Guerra frisou que Maranhão, atual chefe do Executivo, já teria demitido funcionários da Prefeitura que têm qualquer tipo de ligação com ele, apontando por possível prática de retaliação do prefeito tucano. “Ele já cortou todos os relacionados ao meu nome. Ele dispensou três funcionários que entraram como comissionados lá e mantinham relação comigo”, alegou o verde.

PANORAMA
A corrida pelo comando da Prefeitura em 2016 começa ter seus concorrentes definidos no cenário.
Após ter o perdão concedido pelo PSDB, Maranhão se fortaleceu na busca pela reeleição – prefeito era ameaçado de expulsão da sigla por ferir código partidário. Pelo PT, o ex-vereador Claudinho da Geladeira, que apareceu como primeiro colocado na pesquisa de intenção de voto do DGABC Pesquisas, encomendado pelo Diário, ocorrida em março,lançou pré-candidatura ao Paço. Na eleição passada, o petista foi derrotado pelo tucano.

Apesar do panorama, Guerra se mostra confiante com eventual mudança no governo. “Seja comigo ou com o Claudinho, acredito que a população está cansada desta gestão do Maranhão. A gente vê que ele tem interesses que não favorecem os cidadãos daqui, como, por exemplo, o descaso com a construção da rodoviária e a situação precária que a Saúde está enfrentando”, elencou.

Guerra foi eleito pela primeira vez em 1996 e foi o sexto mais votado no último pleito. Entre 2005 e 2012, na gestão de Adler Kiko Teixeira (PSC), manteve posicionamento governista. A partir da entrada de Maranhão, expôs mandato independente. Para eleição do Legislativo em dezembro, foi um dos principais articuladores para a derrota do indicado do Executivo João Batista Dias, o João Mineiro (PTB). Manoel Messias Lima, o Messias do Cabeleireiro (PV), venceu a disputa. 



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