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Com Foresto na aposta, PT de Ribeirão Pires vai definir candidato até julho

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Único vereador petista na Câmara é principal cotado na disputa pelo Paço, hoje com o PMDB


Caio dos Reis
Especial para o Diário

21/04/2015 | 07:00


 Embora a aposta do PT de Ribeirão Pires para concorrer ao cargo de prefeito no processo eleitoral de 2016 se concentre no vereador Renato Foresto, único integrante da legenda na cidade, a cúpula do partido projeta que a definição se dará em meados de julho, um ano antes do início da campanha pela Prefeitura, atualmente nas mãos de Saulo Benevides (PMDB). Apesar do tom reticente, o parlamentar já se coloca como pretenso postulante ao posto. “Hoje já me considero pré-candidato pelas conversas que tenho dentro do diretório”, justificou.

Parlamentar de primeiro mandato no Legislativo, Foresto defende a ideia de que a volta de um petista para o comando do Paço seria importante para o desenvolvimento da cidade. “A ideia é sair com proposta única e melhoria de Ribeirão. Sei o que o partido propõe e que a mudança social no País nos últimos anos só se deu pelos diversos programas sociais implantados nos governos da legenda”, disse, referindo-se às gestões do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff.

O PT inicia projeto partidário na tentativa de retomada do Paço após deixar o governo há pouco mais de dez anos. O último petista à frente da Prefeitura foi Maria Inês Soares, na gestão de 1997 até 2004 – que também encabeçou a chapa majoritária derrotada de 2012. Desde então, a legenda amarga sucessivas derrotas nas urnas. Por outro lado, o governo mal avaliado de Saulo tem fomentado o fortalecimento de discussões para engrossar o arco de aliança. Contudo, o possível retorno do ex-prefeito Clóvis Volpi (PTB) na concorrência deve diminuir o peso das tratativas da sigla.

Com a eleição solitária em 2013, Foresto se tornou a grande cartada do petismo local, especialmente depois dos reveses recorrentes. Em 2004, o ex-vice-prefeito Jair Diniz, morto em 2013, ficou em terceiro lugar ao obter 12,1 mil votos (20%), saindo derrotado para Clóvis Volpi (PTB). Volpi ainda superou, na eleição seguinte, o petista Mário Nunes, que alcançou 8.072 sufrágios (13%). Em 2012, Maria Inês foi lembrada por 15,5 mil eleitores (36%).



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