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Feiras têm presentes e aceitam pechincha


Sucena Shkrada Resk
Do Diário do Grande ABC

12/12/2004 | 12:26


Para sair dos roteiros tradicionais de compras natalinas, a busca por originalidade e preços convidativos tem endereço certo: as 11 feiras de artesanato espalhadas pela região. São perfeitos mercados persas em praça pública, com bijuterias, artigos de utilidade doméstica, roupas, calçados, velas, enfeites de Natal, alimentos e muito mais. Toda essa estrutura é mobilizada por um pelotão, que ultrapassa mil expositores. O trunfo do consumidor é o poder de escolha e da pechincha. Como os próprios artesãos comentam, uma conversa convincente pode resultar em um bom negócio.

O roteiro ganhou um reforço neste mês em Santo André, que promove até o final do ano feiras itinerantes em sete bairros da cidade (confira endereços logo abaixo).

Mas nem só o preço convida o consumidor para as compras nas feiras. Passear nas chamadas feirinhas também já representa uma divertida opção de lazer, que pode fazer gastar muita sola de sapato, pois haja barracas...

Entre os principais atrativos estão a riqueza de cores e aromas, além do acabamento das peças com toques originais e o bate-papo com os artesãos. Isso, aliás, é fundamental. A proposta desse mercado ao ar livre é tirar qualquer vestígio de produção em série de uma linha industrial.

  

Segredos – A artesã de Santo André Ângela Kantor, 48 anos, conta que o segredo é abusar da criatividade para atrair a clientela, que vem em busca de modelos variados de velas aromatizadas, a partir de R$ 1,50. “Há quatro anos faço essas peças. Tudo começou quando freqüentei um curso da técnica oferecido pela Igreja Batista de Santo André”, conta. Depois disso, ela afirma que tomou gosto pela atividade e o hobby virou complemento de renda familiar. “Chego a ganhar R$ 500 por mês”, diz.

Seus colegas de artesanato repetem que a fórmula para garantir a alma do negócio é manter a criatividade. Para quem prefere dar uma lembrancinha de presente a familiares e amigos, a receita na barraca da família Nóbrega é uma alternativa simples e barata: panos de cozinha com um toque diferencial em renda, pintura ou crochê. Cada unidade custa R$ 1,20.

Já Daiana Lourdes Campos, 19 anos, tenta agradar os pequenos e os adultos, com bonecos e almofadas de pano e pelúcia feitos por sua mãe, com preços que variam entre R$ 8 e R$ 40.

  

Variedade – O artesão Silvio Correa Pinto, 57 anos, atrai o público à sua barraca, com peças em couro de designers variados. As carteiras são vendidas a R$ 10. “Desde 1978, comecei a confeccionar carteiras, sandálias e bolsas, e não parei mais. Com a venda dos produtos, sustento a família”, conta, orgulhoso.

As cores vibrantes e as paisagens são os atrativos das pinturas em tela da artista plástica Eli Zaide, 18 anos. Seus quadros são vendidos a partir de R$ 20. A poucos metros de seu ponto de venda, a costureira Izilda Dalla Valle, 51, mostra os variados modelos hippies, criados por ela. “Como a confecção é artesanal, vendo camisetas a R$ 12 e saias a R$ 23.”



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