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Camille Flamarion contesta versão de Sônia Braga sobre corte de repasses


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

13/04/2015 | 07:00


A presidente do Centro de Recuperação Camille Flamarion, Ilda Lopes Ortiz, contestou a versão sobre o corte de repasses financeiros devido irregularidades na instituição dada pela primeira-dama de Mauá, Sônia Braga (PT), que está em processo de desligamento da chefia da Pasta de Cidadania em Ação Social.

“Não pedi ‘jeitinho’. A Camille Flamarion foi quem propôs o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta, assistido pelo Ministério Público), mas eles não queriam ceder. A Sônia queria mandar e nós tínhamos de obedecer. Mudei a atuação jurídica para atender só idosos e não reconheceram. Estranho a gestão mudar em 2013 e nosso alvará ser reprovado pela Vigilância Sanitária”, disse Ilda.

A presidente da instituição chamou de “irresponsável” a informação dada por Sônia de que o último repasse, por meio de convênio, em 2013 foi de R$ 1,2 milhão, sendo R$ 704 mil do município e R$ 469,2 mil da União. “Nos cinco convênios, todos municipais, que firmamos em 2013, o total do repasse foi de R$ 291 mil. Trabalhamos por 28 anos em Mauá e temos 104 assistidos. Em 1986, o Donisete (Braga, PT) vinha sempre ao meu escritório tomar café e me prometia tentar ajudar. Por ironia do destino ele está prefeito e vai me tomar a entidade. Será que não conhece meu trabalho?” 



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