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Retirada de entulho da extinta favela Gamboa segue sem definição

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Reunião com Eletropaulo para decidir destino da área não tem data


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

13/04/2015 | 07:00


O terreno de 35 mil m² que abrigou a favela Gamboa por 40 anos, em Santo André, continua tomado por entulho, resultante da demolição que extinguiu o núcleo, no fim de janeiro. O que será do local depende de conversa com a AES Eletropaulo, já que na área há linha de transmissão da empresa de energia elétrica. No entanto, não houve nenhum avanço nas tratativas.

Em entrevista ao Diário no aniversário da cidade – dia 8 – o secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), disse que reunião estava agendada para quarta-feira. Porém, o titular da Pasta de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Paulo Piagentini, informou que não há nada marcado. A AES Eletropaulo confirmou e destacou que “está à disposição para agendar o encontro.”

Sem a retirada dos escombros, a situação atrai descarte de mais entulho. “Direto vejo pessoas jogando lixo aqui”, contou Nilza Passos de Oliveira, 74 anos, que mora ao lado do espaço há quatro décadas.

Embora haja obstáculos que impeçam a entrada de veículos, qualquer pessoa pode acessar o local. Na tarde de sexta-feira, a equipe do Diário esteve por lá e não havia ninguém tomando conta do entorno. “Já tem comentários de que vão invadir de novo”, disse Nilza. Segundo a Prefeitura, “a fiscalização acontece todos os dias pela Coordenadoria de Defesa do Patrimônio.”

No fim do mês passado, vídeos foram divulgados na internet mostrando uma máquina operando no terreno. As postagens diziam que a Prefeitura estava aterrando os resíduos em área que abriga uma nascente que abastece as lagoas do Parque Central e o Córrego Carapetuba. Piagentini garante que a afirmação é equivocada. “O que foi feito é uma adequação daquele entulho para que não tivesse empoçamento de água por conta da dengue.”

Segundo ele, nos próximos dias será iniciada a separação do entulho contaminante. Licitação para contratar empresa que executará o serviço está em fase de elaboração. A Prefeitura, no entanto, não informou a previsão de início do trabalho.  



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