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SOS Bairros - Caminhão-pipa não entra na rua das Laranjeiras há 23 dias


Marcelo Dorador
Especial para o Diário

12/12/2006 | 00:15


“Estamos há 23 dias sem água”, reclama a dona-de-casa Gisislaine Campos, 23 anos. O problema atinge mais de 12 famílias na rua das Laranjeiras. Segundo os moradores, os caminhões-pipas não estão mais abastecendo a rua. A solução encontrada por eles foi deixar a caixa d’água destampada e contar com a sorte da chuva para armazenar água.

Assim faz a dona-de-casa Maria José Araújo, 51 anos. “Precisamos da água. Tem pessoas idosas morando comigo e como fica a nossa higiene?” Maria cobra uma solução para o problema. “Nós, moradores não podemos ficar à mercê do atendimento dos caminhões. Eu quero ter abastecimento de água decente aqui em casa. Quero pagar pelo serviço, não depender de favor”, afirmou. A Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), informa que um caminhão-pipa esteve no local na segunda-feira da semana passada e que retornou ao endereço na quinta-feira da mesma semana. Segundo a Sama, o abastecimento foi prejudicado após as fortes chuvas, que dificultaram o acesso à rua de terra.

A Sama informa que em janeiro do ano que vem será iniciada uma obra para a construção de um minireservatório no bairro e que deverá atender a 100 famílias.

(Supervisão de Cláudia Fernandes)

Jardim São Judas/Diadema
Há três meses, moradores e comerciantes da avenida Paranapanema dizem solicitar a poda das árvores do local. As plantas frondosas formaram uma barreira entre as duas pistas da rua atrapalhando a visão dos moradores. “Algumas pessoas estão aproveitando a altura das árvores e a quantidade de folhas para se esconder aqui. Já presenciamos gente se escondendo de viatura, por exemplo”, conta o telhadista Cosmo Maciel da Silva.

De acordo com a vizinhança, a cena é corriqueira. “Eles (Prefeitura) falam que nossas reclamações estão todas anotadas e que vão fazer a poda, mas ninguém vem”, reclama Silva. De acordo com o Departamento de Paisagismo Urbano de Diadema, o serviço de poda será feito nesta terça-feira. O departamento justificou a demora em atender o pedido informando que tem de obedecer um cronograma dos bairros que receberão o aparo das árvores.

Utinga/Santo André
Um terreno baldio preocupa os moradores da rua Dublim. O local, que antes era uma casa abandonada e que pegou fogo, hoje não passa de um matagal tomado por entulho e repleto de ratos e outros bichos. O funcionário público José Bueno, 55 anos, diz conviver com o problema há dois anos e conta que já tentou de tudo para se livrar da praga de ratos. “Eles vêm atrás de comida. Entram dentro da casa e não tem veneno que acabe com eles.” Durante uma reforma na casa de Bueno, o eletricista encontrou no forro do teto cabos de energia elétrica roídos. “Já pensou se dá um curto-circuito?”

A Prefeitura informou que o terreno é particular e que a manutenção do local deve ser feita pelo proprietário. Solicitou que o leitor registre a reclamação pelo Fone-fácil da Prefeitura, 0800-0191914. O proprietário será notificado para que faça a limpeza e desratização. Caso não cumpra a notificação, será multado.


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