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Comoção marca adeus a Thomaz Alckmin

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Políticos e autoridades se despedem do filho
caçula do governador, morto em acidente aéreo


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

04/04/2015 | 07:00


Em clima de consternação e tristeza, políticos, autoridades e personalidades comparecem ontem ao velório do piloto Thomaz Rodrigues Alckmin, 31, para prestar condolências à família do filho caçula do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Thomaz morreu na tarde de quarta-feira em queda de helicóptero em Carapicuíba, que também vitimou outras quatro pessoas. A cerimônia ocorreu em pequena sala reservada do Hospital Albert Einstein, a poucos metros do Palácio dos Bandeirantes.

Os relatos de quem esteve ao lado de Alckmin foram de que ele estava “desconsolado” e “fragilizado” e não arredou o pé do lado do caixão de seu filho. A comoção foi tanta que transbordou a sala de velório. Coroas de flores em homenagem a Thomaz enviadas por diversas entidades se acumularam na calçada da Rua Emílio Martine Vitale, no Morumbi.

O corpo de Thomaz deixou o hospital às 14h30 e seguiu para a cidade natal da família Alckmin, Pindamonhangaba, no Interior, onde foi sepultado no Cemitério Municipal.

Estiveram presentes no local a presidente Dilma Rousseff (PT) e seus ministros da Fazenda, Joaquim Levy, Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva (PT), e da Justiça, José Eduardo Cardozo, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o senador Aécio Neves (PSDB), secretários estaduais e deputados.

O ex-prefeito de São Caetano e ex-secretário de Esporte, Lazer e Juventude de Alckmin José Auricchio Júnior (PTB) esteve na cerimônia para dar “abraço de solidariedade” à família do governador. “Não há dor maior que um ser humano possa sofrer. É momento de fragilidade da família. Não há outra palavra que não seja fé para o governador e à dona Lu conseguirem superar.”

Deputado federal alinhado ao governador tucano, Alex Manente (PPS) lamentou a “inversão cronológica” de quando um pai enterra o filho. “O governador Geraldo Alckmin sempre foi muito humano em sua posições, atitudes e ações. Toda essa força que sempre deu ao povo vai fazer com que ele cicatrize essa ferida.”

Outro políticos da região compareceram ao velório, como os ex-prefeitos de Ribeirão Pires Clóvis Volpi (PTB) e o de Rio Grande da Serra Adler Kiko Teixeira (PSC), o deputado estadual Orlando Morando (PSDB) e o atual chefe do Executivo de São Bernardo, Luiz Marinho (PT).



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Comoção marca adeus a Thomaz Alckmin

Políticos e autoridades se despedem do filho
caçula do governador, morto em acidente aéreo

Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

04/04/2015 | 07:00


Em clima de consternação e tristeza, políticos, autoridades e personalidades comparecem ontem ao velório do piloto Thomaz Rodrigues Alckmin, 31, para prestar condolências à família do filho caçula do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Thomaz morreu na tarde de quarta-feira em queda de helicóptero em Carapicuíba, que também vitimou outras quatro pessoas. A cerimônia ocorreu em pequena sala reservada do Hospital Albert Einstein, a poucos metros do Palácio dos Bandeirantes.

Os relatos de quem esteve ao lado de Alckmin foram de que ele estava “desconsolado” e “fragilizado” e não arredou o pé do lado do caixão de seu filho. A comoção foi tanta que transbordou a sala de velório. Coroas de flores em homenagem a Thomaz enviadas por diversas entidades se acumularam na calçada da Rua Emílio Martine Vitale, no Morumbi.

O corpo de Thomaz deixou o hospital às 14h30 e seguiu para a cidade natal da família Alckmin, Pindamonhangaba, no Interior, onde foi sepultado no Cemitério Municipal.

Estiveram presentes no local a presidente Dilma Rousseff (PT) e seus ministros da Fazenda, Joaquim Levy, Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva (PT), e da Justiça, José Eduardo Cardozo, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), o senador Aécio Neves (PSDB), secretários estaduais e deputados.

O ex-prefeito de São Caetano e ex-secretário de Esporte, Lazer e Juventude de Alckmin José Auricchio Júnior (PTB) esteve na cerimônia para dar “abraço de solidariedade” à família do governador. “Não há dor maior que um ser humano possa sofrer. É momento de fragilidade da família. Não há outra palavra que não seja fé para o governador e à dona Lu conseguirem superar.”

Deputado federal alinhado ao governador tucano, Alex Manente (PPS) lamentou a “inversão cronológica” de quando um pai enterra o filho. “O governador Geraldo Alckmin sempre foi muito humano em sua posições, atitudes e ações. Toda essa força que sempre deu ao povo vai fazer com que ele cicatrize essa ferida.”

Outro políticos da região compareceram ao velório, como os ex-prefeitos de Ribeirão Pires Clóvis Volpi (PTB) e o de Rio Grande da Serra Adler Kiko Teixeira (PSC), o deputado estadual Orlando Morando (PSDB) e o atual chefe do Executivo de São Bernardo, Luiz Marinho (PT).

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