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Proibição de bebidas em
postos gera reclamações


Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

11/04/2011 | 07:00


A recém-aprovada lei municipal 4.640, que desde anteontem proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis de Mauá, já é alvo de reclamações entre funcionários e comerciantes.

Para Jefferson Gonçalves, 35 anos, proprietário de uma loja de conveniência, a lei é "hipócrita". "Se é para proibir, que proíbam em tudo, não só nos postos. Além disso, ninguém fiscaliza os bares para saber se tem menores de idade bebendo."

A proibição significa prejuízo para os estabelecimentos. Em um posto na Avenida Barão de Mauá, os funcionários já receberam aviso prévio de demissão. "Com menos dinheiro entrando, não tem como manter os trabalhadores", lamenta a funcionária Simone Oliveira, 24.

Segundo a operadora de caixa, antes da lei o faturamento nos fins de semana era de cerca de R$ 9 mil. Nesse último, a receita foi de apenas R$ 3 mil.

O gerente de posto Luciano Martiliano, 26, diz ter sido multado injustamente. "Passou um pessoal bebendo na calçada, mas eles compraram em outro lugar. Quando eles estavam passando, fiscais viram e nos multaram. Isso é injusto, pois eles não estavam bebendo aqui", afirma.

Apesar dos protestos, a lei está sendo cumprida. A equipe do Diário tentou comprar cervejas em 11 postos do município, mas não obteve êxito em nenhum. Em um estabelecimento na Avenida Capitão João, foram vistas três garrafas de ice em uma geladeira. O atendente, no entanto, se recusou a vender o produto. A multa para quem infringir a lei é de R$ 2.673. Em caso de reincidência o posto pode ser fechado.



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Proibição de bebidas em
postos gera reclamações

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

11/04/2011 | 07:00


A recém-aprovada lei municipal 4.640, que desde anteontem proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis de Mauá, já é alvo de reclamações entre funcionários e comerciantes.

Para Jefferson Gonçalves, 35 anos, proprietário de uma loja de conveniência, a lei é "hipócrita". "Se é para proibir, que proíbam em tudo, não só nos postos. Além disso, ninguém fiscaliza os bares para saber se tem menores de idade bebendo."

A proibição significa prejuízo para os estabelecimentos. Em um posto na Avenida Barão de Mauá, os funcionários já receberam aviso prévio de demissão. "Com menos dinheiro entrando, não tem como manter os trabalhadores", lamenta a funcionária Simone Oliveira, 24.

Segundo a operadora de caixa, antes da lei o faturamento nos fins de semana era de cerca de R$ 9 mil. Nesse último, a receita foi de apenas R$ 3 mil.

O gerente de posto Luciano Martiliano, 26, diz ter sido multado injustamente. "Passou um pessoal bebendo na calçada, mas eles compraram em outro lugar. Quando eles estavam passando, fiscais viram e nos multaram. Isso é injusto, pois eles não estavam bebendo aqui", afirma.

Apesar dos protestos, a lei está sendo cumprida. A equipe do Diário tentou comprar cervejas em 11 postos do município, mas não obteve êxito em nenhum. Em um estabelecimento na Avenida Capitão João, foram vistas três garrafas de ice em uma geladeira. O atendente, no entanto, se recusou a vender o produto. A multa para quem infringir a lei é de R$ 2.673. Em caso de reincidência o posto pode ser fechado.

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