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Dono de casa dá cursos e chama garotas de terapeutas


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

12/08/2007 | 07:08


Para João Roberto Afonso, 67 anos, não existe prostituição. “O que há é um serviço de terapia”, explica o senhor educado, presidente da Associação de Profissionais Liberais Bermina (junção do nome de seus pais, Bernardo e Firmina), em Santo André.

Para as garotas entrarem na casa que administra, é feita uma entrevista, para saber se elas estão precisando mesmo. “Aqui, elas recebem por dia. Vêm porque estão precisando comprar alguma coisa para casa”, explica.

O local, em Santo André, funciona durante a tarde. Um público formado majoritariamente por senhores vai ao chamado centro de terapia de João Roberto.

“Eles vêm aqui porque precisam de sexo, carinho, por isso, chamo essas moças de terapeutas”, explica ele, que se diz espírita, membro do Rotary Club e da Associação de Amigos da Polícia.

“Muitas saem casadas com os homens que conhecem aqui. Outras, encaminho para cursos na Prefeitura. Elas estudam e aprendem a profissão e depois saem”, conta João Roberto.

Sempre que possível, psicólogos, psiquiatras, advogados e médicos vão ao local para prestar assistência às moças.



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Dono de casa dá cursos e chama garotas de terapeutas

Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

12/08/2007 | 07:08


Para João Roberto Afonso, 67 anos, não existe prostituição. “O que há é um serviço de terapia”, explica o senhor educado, presidente da Associação de Profissionais Liberais Bermina (junção do nome de seus pais, Bernardo e Firmina), em Santo André.

Para as garotas entrarem na casa que administra, é feita uma entrevista, para saber se elas estão precisando mesmo. “Aqui, elas recebem por dia. Vêm porque estão precisando comprar alguma coisa para casa”, explica.

O local, em Santo André, funciona durante a tarde. Um público formado majoritariamente por senhores vai ao chamado centro de terapia de João Roberto.

“Eles vêm aqui porque precisam de sexo, carinho, por isso, chamo essas moças de terapeutas”, explica ele, que se diz espírita, membro do Rotary Club e da Associação de Amigos da Polícia.

“Muitas saem casadas com os homens que conhecem aqui. Outras, encaminho para cursos na Prefeitura. Elas estudam e aprendem a profissão e depois saem”, conta João Roberto.

Sempre que possível, psicólogos, psiquiatras, advogados e médicos vão ao local para prestar assistência às moças.

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