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Sonia Gandhi tenta formar governo


Do Diário do Grande ABC

19/04/1999 | 10:53


A dirigente opositora Sonia Gandhi prometeu nesta segunda-feira que seu Partido do Congresso formará um governo, depois da queda da coalizao liderada pelos nacionalistas hindus.

Ainda persiste, no entanto, uma incerteza sobre a forma e a duraçao de tal governo (o sexto em três anos), assim como sobre a eventualidade de novas eleiçoes, que seriam as terceiras desde 1996 na maior democracia do mundo. "Nós assumiremos esta responsabilidade e trabalharemos pela consolidaçao das forças laicas", declarou Sonia Gandhi, de 52 anos, viúva do ex-primeiro-ministro assassinado Rajiv Gandhi e herdeira da ``dinastia'' Nehru-Gandhi.

Esta mulher de origem italiana nao indicou se ela mesma será candidata ao cargo de primeiro-ministro, nem se o Partido do Congresso vai querer formar um governo sem alianças, ou seja, minoritário e frágil, e entao dirigir uma coalizao, que, em funçao da fragmentaçao das organizaçoes políticas, seria muito heterogênea.

No sábado passado, o primeiro-ministro, Atal Behari Vajpayee, de 72 anos, renunciou ao perder um voto de confiança na Câmara de Deputados. O Congresso, o segundo partido do país, que até agora se encontrava na oposiçao, deverá tentar formar um governo.

Em princípio, o presidente K. R. Narayanan deveria convocar esta semana Sonia Gandhi, presidente do Partido Congresso há um ano. Ela deverá provar que sua organizaçao está em condiçoes de formar um governo estável, já que, caso contrário, provavelmente haverá novas eleiçoes legislativas.

Nesta segunda, prosseguiam as negociaçoes entre os partidos que se opoem aos nacionalistas hindus e que poderao formar uma coalizao de mudança sob a direçao do Partido do Congresso. Tanto a atual maioria, como a oposiçao concordaram que vao adotar sem modificaçoes o orçamento 1999-2000 proposto pelo governo de Vajpayee.



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Sonia Gandhi tenta formar governo

Do Diário do Grande ABC

19/04/1999 | 10:53


A dirigente opositora Sonia Gandhi prometeu nesta segunda-feira que seu Partido do Congresso formará um governo, depois da queda da coalizao liderada pelos nacionalistas hindus.

Ainda persiste, no entanto, uma incerteza sobre a forma e a duraçao de tal governo (o sexto em três anos), assim como sobre a eventualidade de novas eleiçoes, que seriam as terceiras desde 1996 na maior democracia do mundo. "Nós assumiremos esta responsabilidade e trabalharemos pela consolidaçao das forças laicas", declarou Sonia Gandhi, de 52 anos, viúva do ex-primeiro-ministro assassinado Rajiv Gandhi e herdeira da ``dinastia'' Nehru-Gandhi.

Esta mulher de origem italiana nao indicou se ela mesma será candidata ao cargo de primeiro-ministro, nem se o Partido do Congresso vai querer formar um governo sem alianças, ou seja, minoritário e frágil, e entao dirigir uma coalizao, que, em funçao da fragmentaçao das organizaçoes políticas, seria muito heterogênea.

No sábado passado, o primeiro-ministro, Atal Behari Vajpayee, de 72 anos, renunciou ao perder um voto de confiança na Câmara de Deputados. O Congresso, o segundo partido do país, que até agora se encontrava na oposiçao, deverá tentar formar um governo.

Em princípio, o presidente K. R. Narayanan deveria convocar esta semana Sonia Gandhi, presidente do Partido Congresso há um ano. Ela deverá provar que sua organizaçao está em condiçoes de formar um governo estável, já que, caso contrário, provavelmente haverá novas eleiçoes legislativas.

Nesta segunda, prosseguiam as negociaçoes entre os partidos que se opoem aos nacionalistas hindus e que poderao formar uma coalizao de mudança sob a direçao do Partido do Congresso. Tanto a atual maioria, como a oposiçao concordaram que vao adotar sem modificaçoes o orçamento 1999-2000 proposto pelo governo de Vajpayee.

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