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Preparação para a Fuvest começa com simulados

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tiago Dantas
Do Diário do Grande ABC

18/04/2010 | 07:16


A preparação para a Fuvest, vestibular mais concorrido do Brasil, já começou para milhares de estudantes do Grande ABC. Um simulado da prova, que será aplicado hoje em São Caetano, atraiu a atenção de cerca de 4.000 estudantes. Para preparação sólida, especialistas recomendam até seis testes deste tipo por ano.

"Em um simulado como este, entra também o aspecto psicológico. O candidato vai se deparar com milhares de pessoas que têm o mesmo nível de ensino que ele, vai ter que lidar com o tempo da prova e com a tensão. Quando chegar no dia do vestibular, já vai estar acostumado com essa rotina", afirma Clayton Ferreira de Figueiredo, coordenador do Singular Anglo Santo André.

A rede de cursinhos é responsável pela aplicação do simulado de hoje, no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano. O exame é aberto à participação de todos os estudantes, inclusive os que não estão no cursinho. A estrutura é baseada na prova da Fuvest. Para participar, os candidatos fizeram inscrição pela internet e, ao chegar ao prédio da Mauá, terão que procurar o nome na lista de salas.

"O importante é que o estudante encare o simulado como se fosse o vestibular de verdade", opina a coordenadora pedagógica do Colégio Objetivo, Vera Lúcia da Costa. "Está comprovado que o aluno tem que fazer simulados periodicamente. Além dos testes dissertativos", opina a educadora. No Objetivo, os exames são aplicados ao fim de cada caderno de atividades, em formato de provas dissertativas e de múltipla escolha, segundo Vera.

AUTOAVALIAÇÃO
O simulado é ferramenta importante para o aluno saber quanto precisará estudar, segundo educadores. "É bom para o candidato perceber que as coisas não são tão fáceis", opina Figueiredo. "Após a prova, procuramos, na sala de aula, mostrar onde cada um errou. Dizemos para ele se ficou nervoso, se precisa se aplicar mais em alguma matéria, por exemplo", completa.

"O estudante tem que colocar na cabeça que precisa melhorar de um simulado para o outro. Por enquanto, não precisa se preocupar em ficar na frente dos outros colegas ou em fazer uma pontuação maior que a nota de corte da Fuvest", ensina a coordenadora Vera.

 
Exame ajuda estudante a medir aprendizado
Não são só educadores apoiam a realização de simulados de vestibular e do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). As provas também são populares entre alunos de cursinhos, que veem nelas a chance de medir seu aprendizado.

O estudante Fernando Hashimoto, 20 anos, disse que dormiria cedo ontem para estar disposto na hora do simulado da Fuvest, marcado para as 8h de hoje. "É como se fosse um vestibular mesmo. É bom dormir cedo para acordar bem e fazer a prova com calma", afirma.

Fernando está no cursinho há três anos com o objetivo de cursar uma faculdade pública de Medicina. Ano passado, fez 64 pontos na primeira fase da Fuvest - a nota de corte foi 74. "Neste ano, estou me sentindo mais confiante, mais acostumado com as provas", conta o jovem, que afirma estudar cerca de nove horas por dia.

A estudante Taunny Ascêncio Melo Mauad, 20, também tem passado muito tempo na frente dos livros. "Chego no cursinho 6h30 e só saio por volta das 22h", afirma a jovem. O objetivo de Taunny é ingressar no curso de Geofísica da USP (Universidade de São Paulo).

"Antes, queria uma coisa totalmente diferente, Medicina. Depois, comecei a procurar mais sobre as profissões e acabei descobrindo que era Geofísica o que eu queria", lembra a aluna.

CURSO PARA PAIS
Durante o simulado da Fuvest que será aplicado hoje no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano, professores do Singular darão orientação aos pais dos candidatos. Uma das intenções é mostrar como os adultos podem ajudar seus filhos a escolher a futura profissão. "A ideia é mostrar a eles como orientar, como cobrar e quais são as carreiras novas", afirma Clayton Ferreira de Figueiredo, coordenador do cursinho.



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Preparação para a Fuvest começa com simulados

Tiago Dantas
Do Diário do Grande ABC

18/04/2010 | 07:16


A preparação para a Fuvest, vestibular mais concorrido do Brasil, já começou para milhares de estudantes do Grande ABC. Um simulado da prova, que será aplicado hoje em São Caetano, atraiu a atenção de cerca de 4.000 estudantes. Para preparação sólida, especialistas recomendam até seis testes deste tipo por ano.

"Em um simulado como este, entra também o aspecto psicológico. O candidato vai se deparar com milhares de pessoas que têm o mesmo nível de ensino que ele, vai ter que lidar com o tempo da prova e com a tensão. Quando chegar no dia do vestibular, já vai estar acostumado com essa rotina", afirma Clayton Ferreira de Figueiredo, coordenador do Singular Anglo Santo André.

A rede de cursinhos é responsável pela aplicação do simulado de hoje, no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano. O exame é aberto à participação de todos os estudantes, inclusive os que não estão no cursinho. A estrutura é baseada na prova da Fuvest. Para participar, os candidatos fizeram inscrição pela internet e, ao chegar ao prédio da Mauá, terão que procurar o nome na lista de salas.

"O importante é que o estudante encare o simulado como se fosse o vestibular de verdade", opina a coordenadora pedagógica do Colégio Objetivo, Vera Lúcia da Costa. "Está comprovado que o aluno tem que fazer simulados periodicamente. Além dos testes dissertativos", opina a educadora. No Objetivo, os exames são aplicados ao fim de cada caderno de atividades, em formato de provas dissertativas e de múltipla escolha, segundo Vera.

AUTOAVALIAÇÃO
O simulado é ferramenta importante para o aluno saber quanto precisará estudar, segundo educadores. "É bom para o candidato perceber que as coisas não são tão fáceis", opina Figueiredo. "Após a prova, procuramos, na sala de aula, mostrar onde cada um errou. Dizemos para ele se ficou nervoso, se precisa se aplicar mais em alguma matéria, por exemplo", completa.

"O estudante tem que colocar na cabeça que precisa melhorar de um simulado para o outro. Por enquanto, não precisa se preocupar em ficar na frente dos outros colegas ou em fazer uma pontuação maior que a nota de corte da Fuvest", ensina a coordenadora Vera.

 
Exame ajuda estudante a medir aprendizado
Não são só educadores apoiam a realização de simulados de vestibular e do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). As provas também são populares entre alunos de cursinhos, que veem nelas a chance de medir seu aprendizado.

O estudante Fernando Hashimoto, 20 anos, disse que dormiria cedo ontem para estar disposto na hora do simulado da Fuvest, marcado para as 8h de hoje. "É como se fosse um vestibular mesmo. É bom dormir cedo para acordar bem e fazer a prova com calma", afirma.

Fernando está no cursinho há três anos com o objetivo de cursar uma faculdade pública de Medicina. Ano passado, fez 64 pontos na primeira fase da Fuvest - a nota de corte foi 74. "Neste ano, estou me sentindo mais confiante, mais acostumado com as provas", conta o jovem, que afirma estudar cerca de nove horas por dia.

A estudante Taunny Ascêncio Melo Mauad, 20, também tem passado muito tempo na frente dos livros. "Chego no cursinho 6h30 e só saio por volta das 22h", afirma a jovem. O objetivo de Taunny é ingressar no curso de Geofísica da USP (Universidade de São Paulo).

"Antes, queria uma coisa totalmente diferente, Medicina. Depois, comecei a procurar mais sobre as profissões e acabei descobrindo que era Geofísica o que eu queria", lembra a aluna.

CURSO PARA PAIS
Durante o simulado da Fuvest que será aplicado hoje no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano, professores do Singular darão orientação aos pais dos candidatos. Uma das intenções é mostrar como os adultos podem ajudar seus filhos a escolher a futura profissão. "A ideia é mostrar a eles como orientar, como cobrar e quais são as carreiras novas", afirma Clayton Ferreira de Figueiredo, coordenador do cursinho.

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