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PCdoB posterga posição para 2016

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Diretório de Mauá reafirma aliança com PT e condiciona à direção estadual planos eleitorais


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

28/03/2015 | 07:00


O diretório do PCdoB de Mauá vai postergar a decisão de disputar ou não a Prefeitura local na eleição de 2016. Pressionados a se posicionar agora pelo prefeito Donisete Braga (PT), os comunistas se apoiam em uma resolução interna que determina que municípios com mais de 200 mil habitantes (são 450.776 vivendo em solo mauaense) devem submeter o planejamento eleitoral ao comando estadual do partido.

“A decisão de ter a candidatura a prefeito não cabe só ao diretório municipal. E, até agora, nós não fizemos essa discussão. O que estamos fazendo é organizar a chapa proporcional para conseguir eleger vereadores. Estamos trabalhando com a hipótese da reforma política em discussão no Congresso proibir as coligações, o que nos força a ter um grupo de candidatos fortes”, explicou o comandante do PCdoB em Mauá, João Gaspar.

A cobrança de Donisete ocorre para que o deputado estadual Atila Jacomussi (PCdoB) declare apoio ao projeto de reeleição e evite que ele volte a se candidatar a prefeito. Em 2012, o comunista disputou o pleito pelo PPS, ficou em terceiro lugar e apoiou o petista no segundo turno contra a também parlamentar paulista Vanessa Damo (PMDB).

“É legítimo o prefeito construir sua candidatura de reeleição. Nós estamos na base de sustentação do Donisete e queremos seguir até o fim do mandato. Agora, o acordo eleitoral para 2016 envolve outra condição, outra conversa. O PCdoB cresceu, elegeu um deputado estadual e tem outro peso político”, contextualizou Gaspar.

Atila se posicionou na mesma linha do comando local do partido. “Eu tenho palavra e o Donisete também. O PCdoB está na base e vamos seguir. Só acho estranha essa movimentação, porque não temos intenção de romper com o PT”, declarou.

O deputado ainda destacou que os dois partidos são aliados históricos e vão definir o rumo eleitoral em comum acordo. “Nas palavras do (presidente estadual da sigla, o deputado federal) Orlando Silva, o planejamento eleitoral de cidades em que PT e PCdoB têm condições de disputar a prefeitura será feito em conjunto, com a presença do (mandatário paulista dos petistas) Emidio (de Souza)”, explicou, lembrando que em Jundiaí, cidade comandada pelo comunista Pedro Bigardi, que vai tentar reeleição e discute composição com um potencial candidato do PT.

Donisete não quis comentar as declarações.  



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