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Pré-candidatura de Vaguinho fica incerta

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vereador apostava em reunião com Márcio França, presidente estadual do PSB, que adiou encontro


Caio dos Reis
Especial para o Diário

28/03/2015 | 07:00


Apesar de ainda não ter conseguido se encontrar com o presidente do PSB no Estado de São Paulo, o vice-governador Márcio França, o vereador de Diadema Vaguinho do Conselho continua otimista que será o nome da legenda para o Paço diademense em 2016 para tentar suceder Lauro Michels (PV). Por outro lado, o adiamento pode ser indício de aproximação da legenda e de França com o atual chefe do Executivo da cidade.

A pré-candidatura de Vaguinho foi anunciada pelo próprio parlamentar em janeiro, que, apesar de não ter conversado oficialmente com Márcio França, diz que a empreitada segue avançando. “Estava marcado para quarta-feira, mas acabou ele (França) não indo para (a sede do) partido. Ficou para até sexta-feira (ontem) a gente se encontrar e conversar”, disse. Ontem, Vaguinho não retornou aos contatos do Diário para falar sobre o debate.

Paralelamente à tentativa de Vaguinho de se cacifar como candidato, Lauro tem conversado diretamente com Márcio França para amarrar o PSB em seu arco de alianças. No início do mês, se reuniu com o vice-governador e tentou fazer valer prerrogativa do bloco partidário montado no Congresso por PV, PSB e PPS.

Quando anunciada a ala, dirigentes das siglas informaram que haveria união também na eleição municipal. Ou seja, se um candidato a prefeito for do PV, o PSB automaticamente estaria ao lado, não necessariamente indicando o vice.

Outro argumento utilizado por Lauro a Márcio França foi o apoio dado por ele à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Lauro alegou que teve desgaste partidário ao não pedir votos a Gilberto Natalini, nome do PV na corrida estadual, para subir no palanque do tucano.
Vaguinho, por sua vez, se apega a uma resolução antiga do PSB para ser candidato a prefeito. Regras partidárias indicam que em cidades com mais de 200 mil habitantes a legenda terá representante no pleito majoritário. “Já falei com o Márcio neste ano e, em princípio, sou pré-candidato da legenda. As conversas com ele não são apenas referentes à candidatura, mas também a questões para melhorar a cidade de Diadema. Além disso, tenho contato constante com o Caio (França, PSB, filho de Márcio)”, comentou.

Já se especula que, se Vaguinho não conseguir ter aval da direção estadual para o projeto em Diadema, vai lançar candidatura por outro partido. Um dos destinos seria o PTB, que rompeu com Lauro e anunciou que fará oposição ao prefeito.

HISTÓRICO
O PSB já comandou Diadema, entre 1997 e 2000, na figura de Gilson Menezes. Deixou a administração na eleição seguinte, quando Gilson sequer foi ao segundo turno.

A sigla estava na base de Lauro até abril, quando o presidente municipal do PSB, Manoel José da Silva, o Adelson, deixou a Pasta de Segurança Alimentar para apoiar candidatos não patrocinados pelo governo. Desde então, a bancada socialista na Câmara, formada por Vaguinho e Célio Boi, vota com a oposição, liderada pelo PT. 



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