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Sinal vermelho


Da Redação

14/03/2015 | 07:00


O governo federal precisa sair da inanição e começar a trabalhar para repor o Brasil nos trilhos. A avalanche de notícias ruins produzidas diariamente pelo Palácio do Planalto, e constatada nos veículos de comunicação, colabora para o crescimento da insatisfação popular, o que pode levar o País a trilhar caminhos perigosos. A história mostra o quanto pode ser temeroso a queda da ordem institucional. A presidente Dilma Rousseff (PT), por sua vez, não pode se ancorar no que ocorreu no passado para salvar a sua administração do marasmo em que ela própria criou.

Se o governo insistir em ignorar a voz das ruas e não retomar o controle do timão, o navio pode naufragar. As águas se mostram revoltas. Os desgostosos com os rumos da Nação prometem protestar amanhã por todo o País, no que se espera ser o maior ato de repúdio a um presidente da República desde que o povo tomou as praças públicas para exigir a saída de Fernando Collor de Mello em 1992.

A contrariedade do brasileiro não é apenas com a corrupção que assola o Estado brasileiro e nem com a política econômica recessiva implantada para reequilibrar as finanças do País. Boa parte do aborrecimento da sociedade, especialmente a que vive no Grande ABC, deve-se à falta de políticas destinadas a evitar o colapso da indústria nacional. Os moradores das sete cidades se espantam a cada dia com o que veem no noticiário sobre o setor que sustenta a economia regional.

Uma delas revela que, na segunda-feira, a fábrica da Volkswagen em São Bernardo vai manter a produção parada pelo quarto dia seguido. Outra diz que a região cortou 2.459 vagas na construção civil em janeiro. Não há em que a população depositar suas esperanças de dias melhores. Acuado, posto nas cordas pelas denúncias de corrupção e pela instabilidade econômica, o governo não reage. O sinal já não é mais somente amarelo. Ele já mudou para vermelho faz algum tempo.



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Sinal vermelho

Da Redação

14/03/2015 | 07:00


O governo federal precisa sair da inanição e começar a trabalhar para repor o Brasil nos trilhos. A avalanche de notícias ruins produzidas diariamente pelo Palácio do Planalto, e constatada nos veículos de comunicação, colabora para o crescimento da insatisfação popular, o que pode levar o País a trilhar caminhos perigosos. A história mostra o quanto pode ser temeroso a queda da ordem institucional. A presidente Dilma Rousseff (PT), por sua vez, não pode se ancorar no que ocorreu no passado para salvar a sua administração do marasmo em que ela própria criou.

Se o governo insistir em ignorar a voz das ruas e não retomar o controle do timão, o navio pode naufragar. As águas se mostram revoltas. Os desgostosos com os rumos da Nação prometem protestar amanhã por todo o País, no que se espera ser o maior ato de repúdio a um presidente da República desde que o povo tomou as praças públicas para exigir a saída de Fernando Collor de Mello em 1992.

A contrariedade do brasileiro não é apenas com a corrupção que assola o Estado brasileiro e nem com a política econômica recessiva implantada para reequilibrar as finanças do País. Boa parte do aborrecimento da sociedade, especialmente a que vive no Grande ABC, deve-se à falta de políticas destinadas a evitar o colapso da indústria nacional. Os moradores das sete cidades se espantam a cada dia com o que veem no noticiário sobre o setor que sustenta a economia regional.

Uma delas revela que, na segunda-feira, a fábrica da Volkswagen em São Bernardo vai manter a produção parada pelo quarto dia seguido. Outra diz que a região cortou 2.459 vagas na construção civil em janeiro. Não há em que a população depositar suas esperanças de dias melhores. Acuado, posto nas cordas pelas denúncias de corrupção e pela instabilidade econômica, o governo não reage. O sinal já não é mais somente amarelo. Ele já mudou para vermelho faz algum tempo.

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