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Câmara dá aval ao último pagamento de abono na Educação

Prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro já anunciou que benefício será incorporado aos vencimentos de servidores no próximo ano


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

06/03/2015 | 07:00


Prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB) conseguiu aprovar por unanimidade ontem na Câmara o que pode ser a última lei de concessão de abono salarial aos servidores da Pasta de Educação. O peemedebista prometeu incorporar o benefício aos vencimentos dos funcionários a partir do ano que vem e os vereadores se comprometeram a cobrar a medida que já havia sido projetada em 2013 e 2014.

O líder do governo Pinheiro no Legislativo, Jorge Salgado (Pros), ressaltou que a incorporação dos benefícios nos salários vai ampliar o poder de compra dos servidores. “Esse recurso não é pago apenas com verba do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), é um sacrifício financeiro que o governo está fazendo. A Câmara vai votar medidas a favor do funcionalismo sempre”, destacou.

Pio Mielo (PT) considerou que a promessa do prefeito pode se tornar o “grande legado” na Educação e pontuou que é uma ação corajosa, já que irá gerar uma série de encargos sociais por conta do aumento nos holerites de cerca de 4.000 servidores. “Acredito que essa seja a última promessa de campanha a ser cumprida pelo Paulo Pinheiro. Colocando o PCCV (Plano de Cargos Carreiras e Vencimentos) em prática, não só aos educadores, deixará um grande legado. Os abonos hoje têm papel importante, mas funcionam de forma paliativa”, afirmou o petista.

Apesar do otimismo com a medida, Marcel Munhoz (PPS) apostou que Pinheiro irá repetir a conduta de 2013 e 2014, quando garantiu incorporação dos abonos ao salário dos servidores da Educação, mas esbarrou em dificuldades financeiras e não cumpriu o prometido. “Vou pagar para ver, mas não acredito que irá cumprir essa promessa. Se ele prometeu isso para os funcionários, terá de ser muito bem cobrado.”

O processo de aprovação da proposta de lei ocorreu em tempo recorde. As duas sessões extraordinárias não chegaram a bater cinco minutos de duração. A articulação do projeto já havia sido feita, desde a semana passada, pelo secretário de Governo, Nilson Bonome (PMDB). “A velocidade mostra a compreensão e reconhecimento do Legislativo com os benefícios aos servidores da Educação”, comentou Pio Mielo.

O abono atingirá em torno de 4.000 servidores que receberão dez parcelas, de março a dezembro, com valores entre R$ 250 e R$ 1.000. Cada função exercida tem um critério e regras para quantificar a gratificação. A intenção do Palácio da Cerâmica é complementar perda salarial acumulada em administrações passadas e motivar os trabalhadores a prestarem bons serviços.



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