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Governista, PT de São Caetano abre debate sobre candidatura à Prefeitura na eleição de 2016

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sigla avalia tratamento da gestão Pinheiro para hipótese de aliança


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

28/02/2015 | 07:00


O PT de São Caetano, atualmente base de sustentação ao governo Paulo Pinheiro (PMDB), se reúne hoje para começar a discutir o rumo na eleição de 2016. Tendência é por candidatura própria pela indisposição do Palácio do Cerâmica em se associar politicamente ao petismo da cidade.
“Vamos pesar o que fortalece mais o PT. O que poderá aumentar de um para três vereadores? É uma candidatura a prefeito, ou aliança com o Paulo Pinheiro? Vamos começar esse debate e encerrá-lo em, no máximo, dois meses”, explicou o mandatário são-caetanense do PT, Márcio Della Bella.

Apenas na eleição de 2012 o PT são-caetanense não contou com nome nas urnas a prefeito – na ocasião o então vereador Edgar Nóbrega (afastado do PT) se habilitou para o pleito, entretanto, desistiu após figurar em polêmico vídeo ao lado do ex-secretário de Governo na gestão de José Auricchio Júnior (PTB) Tite Campanella, que evidenciou oposição branda e esquema de ‘mensalinho’ na Câmara. Apesar das constantes tentativas, em poucas oportunidades o partido mostrou competitividade nas disputas.

Até então, o único quadro que foi comentado foi o de Jair Meneguelli, que deixou recentemente a presidência do Sesi e tenta se reabilitar via política local. “Falar em nomes agora é prematuro. Em princípio, vamos trabalhar com a hipótese de que a lei será mudada para a eleição e não haverá coligações proporcionais. É uma difícil tarefa montar chapa que atinja o quociente e amplie a representatividade”, pontuou Della Bella.

Para integrar o grupo de apoio a Pinheiro no pleito, a direção do partido irá avaliar o tratamento que o governo tem dado aos petistas. A sigla é uma das mais fiéis à administração peemedebista no Legislativo, alinhada à base governista desde o início do mandato, em janeiro de 2013. No entanto, a figura da legenda jamais foi associada ao prefeito com o argumento de que há forte rejeição ao petismo no município e isso poderia respingar ao PMDB. Só a imagem pessoal do vereador Pio Mielo (PT) como situacionista é reconhecida pelo Paço.

O partido tem cobrado o devido reconhecimento de Pinheiro. Por diversas vezes, nomes filiados ao PT foram ventilados para integrar o primeiro escalão do Palácio da Cerâmica, mas as conversas nunca avançaram por conta do temor que adversários explorem a aliança de forma negativa. Essa foi a mesma razão pela qual o prefeito ignorou as propostas de Edgar para ocupar a vice dele na eleição de 2012.

Com a ausência do PT no pleito de 2012, a ex-prefeiturável governista Regina Maura Zetone (ex-PTB) e seu padrinho político, Auricchio, apontavam que o prefeito de São Bernardo e cacique regional do petismo, Luiz Marinho, apoiava de maneira “camuflada” a candidatura do peemedebista. 



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