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Pizza à la Bernardinho agita basquete masculino


Analy Cristofani

14/09/2006 | 01:06


O time de basquete masculino de Santo André teve o COC Ribeirão Preto como adversário indigesto nas suas pretensões dentro da competição. Mas, enfim, venceu por 93 a 71. O difícil mesmo foi encarar a fúria do técnico Pizza que, de um lado para o outro da quadra, não perdoa nenhum de seus jogadores enquanto a bola está rolando. Lembra – e muito –, o agitado Bernardinho da seleção masculina de vôlei.


“Sou muito calmo no treino, mas no jogo baixa o Bernardinho em mim”, brinca, ainda agitado com o jogo difícil que teve pela frente.


E os jogadores – alvos das cobranças – respeitam as decisões do comandante. Na quarta-feira, Pizza parecia castigar Deivison, 22 anos. “Não”, justifica o técnico. “Ele está comigo há seis anos e já se acostumou com o meu jeito. Sabe que confio nele, aonde vou levo ele comigo, mas, às vezes, é preciso segurar forte para que não percam a concentração”, explica.

Tom – O técnico sabe que não é com qualquer jogador que pode falar no mesmo tom. Por isso, está atento à reação de cada um. “Com ele posso fazer isso. Mas é duro ser técnico. Não é só administrar o jogo, não. Tem de puxar, segurar, soltar os jogadores”.


No melhor estilo Bernardinho, a boa notícia é que Pizza garante que consegue chegar ao final dos Jogos. “Está tudo bem comigo”, sorri.



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Pizza à la Bernardinho agita basquete masculino

Analy Cristofani

14/09/2006 | 01:06


O time de basquete masculino de Santo André teve o COC Ribeirão Preto como adversário indigesto nas suas pretensões dentro da competição. Mas, enfim, venceu por 93 a 71. O difícil mesmo foi encarar a fúria do técnico Pizza que, de um lado para o outro da quadra, não perdoa nenhum de seus jogadores enquanto a bola está rolando. Lembra – e muito –, o agitado Bernardinho da seleção masculina de vôlei.


“Sou muito calmo no treino, mas no jogo baixa o Bernardinho em mim”, brinca, ainda agitado com o jogo difícil que teve pela frente.


E os jogadores – alvos das cobranças – respeitam as decisões do comandante. Na quarta-feira, Pizza parecia castigar Deivison, 22 anos. “Não”, justifica o técnico. “Ele está comigo há seis anos e já se acostumou com o meu jeito. Sabe que confio nele, aonde vou levo ele comigo, mas, às vezes, é preciso segurar forte para que não percam a concentração”, explica.

Tom – O técnico sabe que não é com qualquer jogador que pode falar no mesmo tom. Por isso, está atento à reação de cada um. “Com ele posso fazer isso. Mas é duro ser técnico. Não é só administrar o jogo, não. Tem de puxar, segurar, soltar os jogadores”.


No melhor estilo Bernardinho, a boa notícia é que Pizza garante que consegue chegar ao final dos Jogos. “Está tudo bem comigo”, sorri.

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