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“Triste com a situação”, alega Silvana sobre relação com Lauro

Número dois do Paço espera por diálogo com prefeito e alega que ainda não vai romper aliança


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

07/02/2015 | 07:00


“Estou triste com esta situação”. Foi com essa frase que a vice-prefeita de Diadema, Silvana Guarnieri (PTB), definiu seu relacionamento com o prefeito Lauro Michels (PV). Mesmo se sentindo ‘isolada’ pelo chefe do Executivo, Silvana indicou que ainda não vai romper completamente o acordo, pelo menos por enquanto, conforme anunciado pelo mandatário do diretório paulista do PTB, deputado estadual Campos Machado, por ter “perfil conciliador”.

No fim do mês passado, Campos chamou Lauro de “desleal” e sinalizou pelo fim da aliança política na cidade, frisando que pode alocar a legenda ao até mesmo ao lado do PT na eleição municipal de 2016.

A petebista enfatizou que está em diálogo com o verde, salientando que, após a revelação de Campos, Lauro buscou, nos bastidores, reativar conversa. “Ele tem me procurado. É por meio de assessores, mas de qualquer forma voltamos a ter mais contato”, comentou.

A estratégia da número dois do Paço é aguardar postura de Lauro, confiante em eventual recuo por parte do prefeito. “Pelo momento vou esperar. Não gosto de brigas. Nunca quis dessa forma. O Campos tomou esse posicionamento em minha defesa, e sou muita grata por isso. Acho que cabe ao prefeito agora vir até o meu encontro para ver se é possível reverter a situação. Vai depender muito dele essa reaproximação”, considerou.

Na terça-feira, o chefe do Executivo deu indícios que pretende resgatar parceria com o PTB e que a desarticulação foi causada pela própria sigla. “Houve falha de comunicação entre eles (petebistas). Se o partido faz parte do arco da gestão precisa estar engajado. E o nosso plano era eleger o Márcio da Farmácia (do PV, vereador licenciado, que se candidatou a deputado federal) e a Silvana teve vontade de se candidatar (à Câmara) contrariando o governo e naquele momento se desvirtuou da administração”, justificou.

Lauro se referiu à candidatura derrotada da petebista em outubro, quando também tentou cadeira no Congresso Nacional – ela obteve 1.395 votos, contrariando interesse do Paço. 



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