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Guilherme Arantes e seus adoráveis clássicos

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Cantor faz amanhã uma retrospectiva da carreira
de quase 40 anos no Theatro Net, em São Paulo


Miriam Gimenes

02/02/2015 | 07:00


 A música Planeta Água, um hino ecológico, foi duplamente injustiçada. Ela não ganhou o Festival Shell de 1981 – preferida do público, perdeu para Purpurina, cantada por Lucinha Lins, que foi alvo de vaias estrondosas –, e também não teve a letra assimilada pela população brasileira. “Com a crise hídrica que estamos passando, nunca foi tão atual”, diz o cantor e compositor, Guilherme Arantes. Esse será um dos clássicos que ele irá cantar, amanhã, às 21h, no Theatro Net (Rua Olimpíadas, 360), em São Paulo. O show comemora os seus quase 40 anos de carreira.

O cantor diz que, mesmo quando fez a letra, o tema era tratado como bobo. “Na época, fiz uma ode a um bem que era abundante. Eu nem imaginava que fosse faltar água”, confessa. Guilherme, que fará um show solo com piano, diz que contará essas e outras histórias para o público, inclusive de outras músicas gravadas por outros intérpretes, como Elis Regina e Maria Bethânia. É uma retrospectiva de sua carreira. Na lista de sucessos, estará Meu Mundo e Nada Mais, Amanhã, Coisas do Brasil, Último Adeus, Êxtase, entre outras. Também cantará faixas do seu último CD, o Condição Humana, que em breve será lançado em vinil, principalmente para contemplar colecionadores.

Guilherme, querido por músicos de vários ritmos, diz que se tornou popular nas décadas de 1970 e 1980 por ser contemporâneo de uma ‘escola nobre’ de artistas. “O mais importante que eu acho (que suas músicas têm) é uma riqueza harmônica. As pessoas consideram bastante esse lado. (Hoje) está muito mais comportamental, o ritmo, a dança, a aparência, e essa parte essencialmente musical nos torna um clássico, porque somos de uma escola que vem Chico Buarque, Milton (Nascimento).” No Brasil, segundo ele, não basta ter o prestígio de ser considerado uma pessoa ‘cult’, mas sim embalar várias classes sociais. “Só se dá valor à popularidade quando se tem qualidade e eu consegui”, comemora.

Dono de 40 coletâneas, ele é o campeão em trilhas de novelas: foram 25 ao todo. A primeira foi Meu Mundo e Nada Mais, de Anjo Mau (1976) e, a última, Casulo, de Agora é Que São Elas (2004). Ele tem orgulho do feito e diz adorar ter música embalando personagens televisivos. Questionado se gostaria de participar de alguma trama em específico, diz que prefere se prender na qualidade dos autores. “ Gostaria muito de ter uma trilha para um personagem do Bruno Gagliasso, que tem uma intensidade incrível, ou mesmo para a Leandra Leal. Não é simplesmente gente bonita. Eles têm algo a mais.”

O show tem duração de 90 minutos e classificação mínima de 12 anos. Os ingressos variam de R$ 50 a R$ 150 e podem ser adquiridos no site www.ingressofacil.com.br. Mais informações no telefone 4003-1212. O teatro fica dentro do Shopping Vila Olímpia, no quinto andar.



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Guilherme Arantes e seus adoráveis clássicos

Cantor faz amanhã uma retrospectiva da carreira
de quase 40 anos no Theatro Net, em São Paulo

Miriam Gimenes

02/02/2015 | 07:00


 A música Planeta Água, um hino ecológico, foi duplamente injustiçada. Ela não ganhou o Festival Shell de 1981 – preferida do público, perdeu para Purpurina, cantada por Lucinha Lins, que foi alvo de vaias estrondosas –, e também não teve a letra assimilada pela população brasileira. “Com a crise hídrica que estamos passando, nunca foi tão atual”, diz o cantor e compositor, Guilherme Arantes. Esse será um dos clássicos que ele irá cantar, amanhã, às 21h, no Theatro Net (Rua Olimpíadas, 360), em São Paulo. O show comemora os seus quase 40 anos de carreira.

O cantor diz que, mesmo quando fez a letra, o tema era tratado como bobo. “Na época, fiz uma ode a um bem que era abundante. Eu nem imaginava que fosse faltar água”, confessa. Guilherme, que fará um show solo com piano, diz que contará essas e outras histórias para o público, inclusive de outras músicas gravadas por outros intérpretes, como Elis Regina e Maria Bethânia. É uma retrospectiva de sua carreira. Na lista de sucessos, estará Meu Mundo e Nada Mais, Amanhã, Coisas do Brasil, Último Adeus, Êxtase, entre outras. Também cantará faixas do seu último CD, o Condição Humana, que em breve será lançado em vinil, principalmente para contemplar colecionadores.

Guilherme, querido por músicos de vários ritmos, diz que se tornou popular nas décadas de 1970 e 1980 por ser contemporâneo de uma ‘escola nobre’ de artistas. “O mais importante que eu acho (que suas músicas têm) é uma riqueza harmônica. As pessoas consideram bastante esse lado. (Hoje) está muito mais comportamental, o ritmo, a dança, a aparência, e essa parte essencialmente musical nos torna um clássico, porque somos de uma escola que vem Chico Buarque, Milton (Nascimento).” No Brasil, segundo ele, não basta ter o prestígio de ser considerado uma pessoa ‘cult’, mas sim embalar várias classes sociais. “Só se dá valor à popularidade quando se tem qualidade e eu consegui”, comemora.

Dono de 40 coletâneas, ele é o campeão em trilhas de novelas: foram 25 ao todo. A primeira foi Meu Mundo e Nada Mais, de Anjo Mau (1976) e, a última, Casulo, de Agora é Que São Elas (2004). Ele tem orgulho do feito e diz adorar ter música embalando personagens televisivos. Questionado se gostaria de participar de alguma trama em específico, diz que prefere se prender na qualidade dos autores. “ Gostaria muito de ter uma trilha para um personagem do Bruno Gagliasso, que tem uma intensidade incrível, ou mesmo para a Leandra Leal. Não é simplesmente gente bonita. Eles têm algo a mais.”

O show tem duração de 90 minutos e classificação mínima de 12 anos. Os ingressos variam de R$ 50 a R$ 150 e podem ser adquiridos no site www.ingressofacil.com.br. Mais informações no telefone 4003-1212. O teatro fica dentro do Shopping Vila Olímpia, no quinto andar.

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