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Polícia suspeita que PCC tenha tentado seqüestrar promotor



26/09/2003 | 23:24


Seqüestrar um dos promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) do MPE (Ministério Público Estadual). Esse era o possível objetivo de um bando interceptado por policiais militares às 14h30 desta sexta-feira, em frente ao prédio do Gaeco, no Pacaembu, centro de São Paulo. Dois homens foram presos, mas uma mulher e um homem escaparam. Com eles, foi apreendida uma pistola semi-automática calibre 9 milímetros.

A polícia suspeita que os PMs tenham frustrado um plano do PCC (Primeiro Comando da Capital) para executar ou seqüestrar algum dos promotores que integram o órgão do MPE, responsável pelos principais processos contra líderes das facções criminosas que agem no Estado.

O grupo tinha um Tempra e uma moto. Segundo agentes do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), aparentemente, o carro estava preparado para abrigar um refém. As portas traseiras não abriam por dentro nem pelo lado de fora e sobre o banco foi encontrado um capacete de motociclista, que poderia ser usado para impedir a visão da vítima.

Presos – Os policiais detiveram no carro Angelo Barbosa de Almeida, de 21 anos, e Davi Falanga Cogrossi, de 20. Almeida nunca havia sido preso. Cogrossi já esteve detido na Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor), acusado de furto. O irmão de um deles está preso no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Osasco, na Grande São Paulo, que é controlado pelos homens do PCC. Eles também levavam vários números de telefones celulares de presos.

Ao delegado Valter Abreu, titular da 3ª Delegacia da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio do Deic, os acusados negaram o plano de seqüestro e disseram que estavam ali para planejar o roubo a um banco. A polícia, no entanto, desconfia da versão deles, pois não há nenhuma agência bancária próxima do local em que a dupla foi presa.

O delegado autuou em flagrante os dois sob as acusações de formação de quadrilha e porte ilegal de arma.



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