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Secretário quer multa de R$ 200 mil por dia para sindicato


Do Diário OnLine

07/04/2003 | 13:59


O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, afirmou nesta segunda-feira que a greve de motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo é de responsabilidade do sindicato da categoria. "Em vez de ficar do lado da população e da prefeitura da cidade, que está implantando um novo sistema de transporte coletivo que também interessa aos trabalhadores, o sindicato preferiu estar com maus empresários, que nem operam mais na capital paulista", afirmou Tatto em entrevista ao Bom dia São Paulo, da TV Globo.

Já em entrevista ao SPTV, da mesma emissora, o secretário informou que está marcada para às 15h uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para discutir a greve de ônibus. Com a licitação para a mudança no sistema de operação das linhas de ônibus da cidade, nove empresas ficaram de fora, por não terem condições de atender às exigências. Ainda em entrevista a Globo, o secretário afirmou ter solicitado ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) que julgue a greve ilegal e estabeleça multa de R$ 200 mil por dia ao sindicato.

Tatto também disse querer que a Justiça decrete a prisão de diretores do sindicato, por crime de responsabilidade. Além dos transtornos causados na capital nesta segunda, o secretário informou que no domingo o sindicato impediu o funcionamento dos ônibus que levariam os torcedores ao Autódromo de Interlagos.

Prefeita - A prefeita Marta Suplicy afirmou, também em entrevista ao SPTV, que não haverá demissão em massa dos funcionários. Para ela, a greve selvagem e sem motivo deve ser punida com uma multa.

O secretário de Transportes explicou que a rotatividade natural de trabalhadores é de 400 funcionários demitidos por mês, e que isso faz parte da rotina das empresas de ônibus. Ele reforçou que não haverá demissões em massa.

Motoristas e cobradores da capital paulista paralisaram suas atividades nesta segunda-feira em protesto contra o fechamento de sete empresas de ônibus determinado pela Prefeitura de São Paulo. Segundo o sindicato, a medida provocará a demissão de 13 mil trabalhadores.



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