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‘Alckmin terá maioria tranquila’

Andréa Iseki/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Morando prevê que base aliada do governador de S.Paulo para 2015 seja maior do que a do atual mandato; rival, PMDB já se aproxima


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/12/2014 | 07:00


O deputado estadual Orlando Morando (PSDB-São Bernardo) avaliou que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) terá base aliada na Assembleia Legislativa maior do que o grupo de sustentação no atual mandato. Ele já coloca na conta de situacionistas o PMDB, partido que rivalizou a eleição ao Estado ao lançar candidatura do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf.

“Com muita tranquilidade o governador terá ampla maioria na Assembleia. Se não do mesmo monte, será maior. O PMDB sempre foi muito próximo do governador. Sempre foi respeitado pelo governo. Mas, evidentemente, é decisão deles”, analisou o tucano, terceiro mais votado ao Legislativo estadual, com 237 mil sufrágios.

A atual bancada de sustentação de Alckmin na Assembleia é composta por 68 deputados estaduais.
A previsão é a de que 76 parlamentares, dos 94 eleitos, estejam ao lado do tucano no Parlamento, contabilizando representantes do PSDB, DEM, PSB, PRB, PPS, PSC, PTB, PP, Solidariedade, PEN, PDT, PHS, PSL e PPL.

Já há sinalizações favoráveis, além da do PMDB, de PV, PSD e PR, partidos que caminharam em direção oposta à de Alckmin no pleito de outubro, vencido por ele no primeiro turno, com larga vantagem.

“Há partidos simpáticos ao governador, que sempre teve olhar de gestão, sem fazer do Palácio dos Bandeirantes um balcão de negócios partidários. Um exemplo é que a Codasp (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo) é dirigida por um indicado do PMDB (Jairo de Almeida Machado Júnior). E o governador não mudou o comando só porque o Paulo Skaf saiu candidato ao governo do Estado contra ele”, opinou Morando.

Com a composição, somente 18 deputados integrarão a oposição a Alckmin: 14 do PT (entre eles os regionais Luiz Fernando Teixeira, Luiz Turco, Ana do Carmo e Teonílio Monteiro da Costa, o Barba), dois do Psol e outros dois do PCdoB – o comunista Atila Jacomussi, de Mauá, declarou, entretanto, que terá postura pró-governo na Assembleia.

Uma prova de que a reaproximação entre Alckmin e o PMDB já está em curso foi a nomeação de Alexandre de Moraes para a Secretaria de Segurança Pública, em substituição a Fernando Grella Vieira. Moraes é filiado ao PMDB. Há também comentários de que o ex-deputado Gabriel Chalita (PMDB) é o favorito de Alckmin para assumir a Pasta de Educação, pois Herman Voorwald confidenciou que não fará mais parte do primeiro escalão tucano.

Neste governo, PV e PSD também tiveram papel de destaque. Os verdes estiveram à frente de Recursos Hídricos – a maior parte do tempo com o deputado Edson Giriboni – e o PSD apresentou Guilherme Afif Domingos como vice (ele foi substituído agora por Márcio França, do PSB).

BALANÇO

Deputado estadual mais votado da região em 2014, Morando destacou atuações na Assembleia neste ano, como a aprovação da Ficha Limpa estadual, a consolidação das obras da Linha 18-Bronze (Tamanduateí-Djalma Dutra) – ele foi relator na Assembleia do primeiro projeto metroviário para fora da Capital –, e, mais recentemente, da instalação da CPI da Telefonia Móvel, da qual é presidente. O grupo visa apurar o trabalho de empresas de celulares no Estado e investigar os motivos pelos quais essas companhias lideram ranking de reclamação de usuários paulistas. 



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‘Alckmin terá maioria tranquila’

Morando prevê que base aliada do governador de S.Paulo para 2015 seja maior do que a do atual mandato; rival, PMDB já se aproxima

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/12/2014 | 07:00


O deputado estadual Orlando Morando (PSDB-São Bernardo) avaliou que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) terá base aliada na Assembleia Legislativa maior do que o grupo de sustentação no atual mandato. Ele já coloca na conta de situacionistas o PMDB, partido que rivalizou a eleição ao Estado ao lançar candidatura do presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf.

“Com muita tranquilidade o governador terá ampla maioria na Assembleia. Se não do mesmo monte, será maior. O PMDB sempre foi muito próximo do governador. Sempre foi respeitado pelo governo. Mas, evidentemente, é decisão deles”, analisou o tucano, terceiro mais votado ao Legislativo estadual, com 237 mil sufrágios.

A atual bancada de sustentação de Alckmin na Assembleia é composta por 68 deputados estaduais.
A previsão é a de que 76 parlamentares, dos 94 eleitos, estejam ao lado do tucano no Parlamento, contabilizando representantes do PSDB, DEM, PSB, PRB, PPS, PSC, PTB, PP, Solidariedade, PEN, PDT, PHS, PSL e PPL.

Já há sinalizações favoráveis, além da do PMDB, de PV, PSD e PR, partidos que caminharam em direção oposta à de Alckmin no pleito de outubro, vencido por ele no primeiro turno, com larga vantagem.

“Há partidos simpáticos ao governador, que sempre teve olhar de gestão, sem fazer do Palácio dos Bandeirantes um balcão de negócios partidários. Um exemplo é que a Codasp (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo) é dirigida por um indicado do PMDB (Jairo de Almeida Machado Júnior). E o governador não mudou o comando só porque o Paulo Skaf saiu candidato ao governo do Estado contra ele”, opinou Morando.

Com a composição, somente 18 deputados integrarão a oposição a Alckmin: 14 do PT (entre eles os regionais Luiz Fernando Teixeira, Luiz Turco, Ana do Carmo e Teonílio Monteiro da Costa, o Barba), dois do Psol e outros dois do PCdoB – o comunista Atila Jacomussi, de Mauá, declarou, entretanto, que terá postura pró-governo na Assembleia.

Uma prova de que a reaproximação entre Alckmin e o PMDB já está em curso foi a nomeação de Alexandre de Moraes para a Secretaria de Segurança Pública, em substituição a Fernando Grella Vieira. Moraes é filiado ao PMDB. Há também comentários de que o ex-deputado Gabriel Chalita (PMDB) é o favorito de Alckmin para assumir a Pasta de Educação, pois Herman Voorwald confidenciou que não fará mais parte do primeiro escalão tucano.

Neste governo, PV e PSD também tiveram papel de destaque. Os verdes estiveram à frente de Recursos Hídricos – a maior parte do tempo com o deputado Edson Giriboni – e o PSD apresentou Guilherme Afif Domingos como vice (ele foi substituído agora por Márcio França, do PSB).

BALANÇO

Deputado estadual mais votado da região em 2014, Morando destacou atuações na Assembleia neste ano, como a aprovação da Ficha Limpa estadual, a consolidação das obras da Linha 18-Bronze (Tamanduateí-Djalma Dutra) – ele foi relator na Assembleia do primeiro projeto metroviário para fora da Capital –, e, mais recentemente, da instalação da CPI da Telefonia Móvel, da qual é presidente. O grupo visa apurar o trabalho de empresas de celulares no Estado e investigar os motivos pelos quais essas companhias lideram ranking de reclamação de usuários paulistas. 

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