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‘ISS maior não afugenta’, garante Marinho


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

19/12/2014 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), minimizou os impactos econômicos para a cidade com a decisão de aumentar para até 5% a alíquota do ISS (Imposto Sobre Serviços) cobrada no município. O acréscimo, que em alguns casos será de 150%, foi criticado por entidades empresariais e industriais, que preveem fuga de companhias de São Bernardo.

“Olhamos bem os segmentos para que não dê a repercussão de saída de investimentos. Então, nem vai afugentar nem impedir novos investidores de chegar na cidade. Estou seguro que não terá esse impacto (negativo)”, afiançou o petista.

O pacote de aumento de impostos, idealizado pela secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, a primeira-dama Nilza de Oliveira (PT), e pelo titular de Finanças, Alexandre Sobreira Cialdini, foi aprovado pela Câmara, na segunda-feira, sob contestação da base aliada.
Marinho justificou o acréscimo do tributo devido à queda de receita do município em 2015. “Todas as tarifas que elevamos são de serviços que não têm como sair da cidade, como tarifa de bancos e de grandes empresas”, discorreu o petista.

O chefe do Executivo adiantou que a Prefeitura terá deficit orçamentário neste ano – valor que ainda não foi definido. “É possível que todas as cidades do Brasil fechem com algum deficit. São Bernardo não será diferente. Mas temos que aguardar. Enquanto não fechar 31 de dezembro não dá para adiantar”, afirmou Marinho.

Segundo o prefeito, “deficit em patamar razoável é aceitável”. “Teve ano que fechamos (com contas negativas), acho que foi 2011, na ordem de R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões”, resgatou o chefe do Executivo, ressaltando, entretanto, que o rombo financeiro deste ano “não será grande coisa”. 



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‘ISS maior não afugenta’, garante Marinho

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

19/12/2014 | 07:00


O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), minimizou os impactos econômicos para a cidade com a decisão de aumentar para até 5% a alíquota do ISS (Imposto Sobre Serviços) cobrada no município. O acréscimo, que em alguns casos será de 150%, foi criticado por entidades empresariais e industriais, que preveem fuga de companhias de São Bernardo.

“Olhamos bem os segmentos para que não dê a repercussão de saída de investimentos. Então, nem vai afugentar nem impedir novos investidores de chegar na cidade. Estou seguro que não terá esse impacto (negativo)”, afiançou o petista.

O pacote de aumento de impostos, idealizado pela secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, a primeira-dama Nilza de Oliveira (PT), e pelo titular de Finanças, Alexandre Sobreira Cialdini, foi aprovado pela Câmara, na segunda-feira, sob contestação da base aliada.
Marinho justificou o acréscimo do tributo devido à queda de receita do município em 2015. “Todas as tarifas que elevamos são de serviços que não têm como sair da cidade, como tarifa de bancos e de grandes empresas”, discorreu o petista.

O chefe do Executivo adiantou que a Prefeitura terá deficit orçamentário neste ano – valor que ainda não foi definido. “É possível que todas as cidades do Brasil fechem com algum deficit. São Bernardo não será diferente. Mas temos que aguardar. Enquanto não fechar 31 de dezembro não dá para adiantar”, afirmou Marinho.

Segundo o prefeito, “deficit em patamar razoável é aceitável”. “Teve ano que fechamos (com contas negativas), acho que foi 2011, na ordem de R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões”, resgatou o chefe do Executivo, ressaltando, entretanto, que o rombo financeiro deste ano “não será grande coisa”. 

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